Imagens mostram Cuiabá e Várzea Grande antes e depois do “lockdown”

Um click nos mesmos lugares das duas cidades, mas em momentos diferentes

Os comércios menores não exitaram em aproveitar até o último minuto de vendas (Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Apesar da incerteza sobre o que fazer, já que – principalmente em Cuiabá – não haviam regras oficiais a serem seguidas no primeiro dia, o medo venceu a teimosia. Pelas lentes do fotógrafo Ednilson Aguiar, o LIVRE mostra o antes e o depois do que chegou a se chamar de lockdown e, mais tarde, descobriu-se ser, no máximo, uma quarentena obrigatória, nos moldes do que já se havia vivenciado no final de março.

Durante as manhãs de quarta-feira (24) – antes das restrições serem implantadas – e quinta-feira (25) – quando elas deveriam ter começado – ele percorreu os mesmos pontos das duas cidades.

As imagens mostram que muitos consumidores deixaram de ir aos pólos comerciais e empresários fecharam as portas. Os que insistiram em trabalhar, estavam na expectativa de fecharem a qualquer momento, por força da fiscalização ou até da polícia.

O primeiro clique foi nm local icônico da Capital: o cruzamento entre a avenida Generoso Ponce e a avenida Coronel Escolástico, conhecida carinhosamente como Prainha.

O segundo ponto foi a avenida Pernambuco, no bairro CPA. Por lá, diariamente, centenas de pessoas trafegam em busca de produtos e serviços. Mas na quinta, algumas lojas não abriram, enquanto outras deixaram os vendedores prontos, mas com as portas abaixadas.

A confusão foi causado por conta da decisão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) de recorrer contra a decisão que determinava a quarentena obrigatória. O Município não baixou um decreto até receber uma resposta do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que negou seu pedido.

Em Várzea Grande, a situação foi um tanto diferente. Na quarta-feira, a prefeitura já havia anunciado um novo decreto, com as determinações a serem seguidas durante a quarentena mais intensa.

Resultado: não havia dúvida sobre a implantação da medida, o que resultou na abertura de pouquíssimos pontos comerciais.

Quer saber como tudo começou?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorMT registra mais de mil novos casos de covid em apenas 24 horas
Próximo artigoFecomércio recorre

O LIVRE ADS