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Ilha da Banana será demolida neste domingo

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Ednilson Aguiar/O Livre

Casas na Ilha da Banana, situada entre o Morro da Luz

Casas na Ilha da Banana, situada na região do Morro da Luz (Ednilson Aguiar/O Livre)

A Secretaria Estadual de Cidades (Secid) anunciou, na noite deste sábado (10), que começará na manhã deste domingo (11) a demolição dos imóveis da Ilha da Banana, região localizada no Centro de Cuiabá que está no meio do caminho do projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

No início do mês de abril, o governo chegou a anunciar a derrubada das casas, mas acabou adiando a medida depois de um pedido do Ministério Público Federal (MPF) com base em informações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de que o Estado não teria apresentado todos os documentos necessários. Questionada agora, a Secid informou que têm o aval dos dois órgãos.

A empresa cuiabana Material Forte Incorporadora Ldta, vencedora do pregão eletrônico de registro de preços realizado pela Secretaria de Estado de Gestão (Seges-MT) em março, será a responsável pela derrubada dos imóveis em todo o entorno do VLT – são 199 no total. O custo das operações é de R$ 4,02 milhões.

Novela do VLT
No início deste mês, o MPF e o Ministério Público Estadual (MPE) reuniram a imprensa para anunciar que não concordavam com o acordo feito pelo governo estadual com o Consórcio VLT, segundo o qual o governo pagará mais R$ 922 milhões para a conclusão da obra. Os dois órgãos levaram suas manifestações à Justiça, que irá decidir o futuro do modal. Depois da manifestação dos órgãos, o governo disse que poderá fazer mudanças no acordo.

O projeto do VLT é composto por duas linhas (Aeroporto – CPA e Coxipó – Porto), com total de 22 quilômetros. A intenção do Executivo estadual é terminar o modal em sua totalidade.

As obras estão paradas desde dezembro de 2014, devido a constantes atrasos na execução dos serviços e pendências judiciais. Os trabalhos foram iniciados em agosto de 2012 e, conforme previsão inicial, deveriam ter sido concluídos em junho de 2014, para a Copa do Mundo. A obra foi orçada originalmente em R$ 1,4 bilhão e já consumiu R$ 1,06 bilhão dos cofres públicos. Falta executar 70% da obra.

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21 de abril de 2026 11:09