Hora de trabalhar

Afirmação foi do senador Wellington Fagundes após questionamento sobre a possível candidatura do ministro Tarcísio Gomes, ao Senado por Mato Grosso

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O senador Wellington Fagundes (PL) afirma que o momento atual é de muito trabalho e não de se abordar a questão de candidatura, apesar de deixar claro o interesse em tentar uma nova eleição. A afirmação veio logo após o ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, sinalizar que pode concorrer uma vaga ao senado por Mato Grosso.

“Nós que temos mandato precisamos trabalhar para mostrar a confiança que o eleitor depositou em nós que fomos eleitos”, argumenta.

A partir de então, o senador pontuou as ações que têm tomado e os resultados já vistos ou ainda aguardados. Como por exemplo, o trabalho para a construção de mais uma universidade federal no Estado, mas desta vez em Sinop (a 500 km de Cuiabá) para atender a região norte de Mato Grosso. Outro interesse é numa infraestrutura do Instituto Federal de Educação Tecnológica.

“Para isso temos que garantir mais recursos e é o que temos feito. Acabei de receber por parte do próprio ministro da Educação, Milton Ribeiro, recursos que serão colocados no novo PLN  que foi para a comissão de orçamento”, explica Fagundes que é o relator do orçamento da educação.

Outra conquista apontada pelo senador é com relação às vacinas contra a covid-19. O político afirma que até o final do ano, o Brasil terá 4 tipos de imunizantes, adaptados à realidade brasileira, através do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

“Tenho lutado para que tenhamos vacina para toda a população e eu trabalhei para garantir os recursos do orçamento”, justifica sobre a pesquisa.

O senador esteve no encerramento do 15º Circuito Aprosoja, nessa segunda-feira (14). Fagundes, ao ser questionado acerca do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) reafirmou que defende a conclusão do projeto.

“Eu entendo que a obra do VLT é uma cicatriz no meio de Várzea Grande e Cuiabá. Seria importante ter tomado essa decisão antes e o governador será cobrado. Claro que eu entendo que concluir a obra seria importante, mas o governador tem as suas posições e convencimentos”, concluiu.

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