Homem mata ex-namorada a tiros, foge e tira a própria vida

Filha da mulher, de apenas 11 anos, estava na casa, ouviu os tiros e encontrou a mãe sem vida

(Foto: Facebook)

Uma mulher de 37 anos, identificada como Franciene Campos da Silva, foi assassinada nessa quarta-feira (21) pelo ex-namorado, Ivoney dos Santos Grosseli, 47 anos, que logo depois também tirou a própria vida.

O feminicídio aconteceu no Bairro Pedra 90, em Cuiabá, às 20 horas, e o suicídio no Bairro Nova Esperança, às 20h20.

A Polícia Militar foi acionada por vizinhos, que ouviram os tiros na casa de Franciene. Uma equipe foi até o local e encontrou a filha dela, de 11 anos, que contou que estava em seu quarto quando percebeu que o ex-namorado da mãe chegou bastante exaltado.

O ex-casal começou a discutir e, após um tempo, ela ouviu os tiros. A menina saiu do quarto e encontrou a mãe ensanguentada no chão da sala e viu Ivoney fugindo correndo, com uma arma na mão. Ela também viu ele entrando em um GM Prisma branco e fugindo.

Os policiais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que foi até o local e constatou a morte de Franciene.

Suicídio

Pouco depois, a equipe militar recebeu a informação de que havia uma tentativa de suicídio no Bairro Nova Esperança. Uma equipe da PM foi ao local e encontrou o suspeito sem vida.

Os policiais cruzaram as informações e chegaram à conclusão de que era o suspeito do feminicídio do Bairro Pedra 90.

Antes de tirar a própria vida, porém, Ivoney ligou para uma irmã, confessou o feminicídio e disse que não tinha mais motivo para viver.

Ela chegou a ir até a casa que o irmão estava, mas não teve tempo de salvá-lo. A arma que ele havia utilizado para tirar a vida de Franciene foi encontrada ao lado dele.

Não aceitava fim

Em conversas com a família de Franciene, os policiais foram informados de que o casal havia se separado há cerca de uma semana e, durante esse período, Ivoney vinha ameaçando de morte a ex-namorada. Em uma das ameaças ele chegou a falar que tiraria a vida dela e, depois, se mataria.

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas e deram início às investigações do caso.

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