Governo reconhece transmissão comunitária do coronavírus em MT

Esse tipo de disseminação é caracterizado quando não é possível rastrear a origem do vírus

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O governo de Mato Grosso confirmou, nesta terça-feira (24), a transmissão comunitária de coronavírus em dois municípios do estado. Esse tipo de disseminação é caracterizado quando não é possível rastrear a origem do vírus no município.

As contaminações comunitárias foram registradas em Cuiabá e Nova Monte Verde (920 km da capital).

“São casos em que nós não temos como saber de onde o vírus veio, com quem a pessoa teve contato para saber a origem”, explicou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

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Na semana passada, o governo federal declarou a transmissão comunitário do vírus.

A medida visa a conscientizar os gestores municipais e estaduais para o combate ao coronavírus e incentivar o isolamento voluntário.

Números do coronavírus em Mato Grosso

No estado, sete paciente testaram positivo para a covid-19. Segundo o governo, são casos leves e que dispensam internação. Apenas em um dos casos o paciente optou por ficar sob cuidados médicos.

Nos outros casos, todos estão em quarentena domiciliar e são monitorados por profissionais da saúde.

Ao todo, o estado soma 269 casos suspeitos. A capital, Cuiabá, lidera o ranking com 42 registros. Várzea Grande, na região metropolitana, aparece em segundo e tem 29 casos.

Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra aparecem em seguida. São 27, 22 e 16 casos, respectivamente.

No Brasil, são 2.201 casos confirmados da doença e 46 óbitos. As mortes foram registradas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Morte suspeita

Na segunda-feira (23), uma mulher morreu em Barra do Garças (516 km de Cuiabá) com sintomas da Covid-19. Em nota, o município informou que duas mulheres deram entrada com sintomas de gripe.

Em isolamento, elas foram medicadas e monitoradas. No final do dia, porém, uma delas morreu.

De acordo com o governo, deve haver esforços para confirmar se a morte foi causada, ou não, pelo coronavírus.

“Temos interesse em saber o quanto antes, mas depende das condições do material coletado da paciente. Se foi correto vamos dar prioridade no laboratório”, ressaltou Figueiredo.

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