Gari atropelado por procuradora vai receber perna mecânica e tem emprego garantido; veja vídeo

Darliney teve perna amputada depois de ser atropelado enquanto coletava lixo durante madrugada em Cuiabá

O gari Darliney Silva Madaleno, de 41 anos, que teve uma perna amputada depois de ser atropelado, receberá uma prótese mecânica e continuará a ser funcionário da empresa Locar, que faz a limpeza urbana e coleta de lixo em Cuiabá. O anúncio foi feito pelo prefeito da capital, Emanuel Pinheiro (MDB), em seu perfil no Instagram, em vídeo gravado durante visita à casa de Darliney, acompanhado da primeira-dama, Marcia Pinheiro.

“Com a graça de Deus ele já está em casa, recuperando do susto e se adaptando à nova vida”, postou o prefeito neste sábado (24). O trabalhador deixou o hospital e se recupera em casa.

 

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Pessoal, eu e a minha esposa @marciakpinheiro, acabamos de visitar o Darliney, nosso colega gari, que após um trágico acidente, infelizmente teve a perna amputada na última terça-feira. Com a graça de Deus ele já está em casa, recuperando do susto e se adaptando à nova vida. Um verdadeiro renascimento. Em tempo, quero agradecer à nossa equipe médica pelo atendimento de excelência relatado por toda família, bem como à empresa Locar que antes mesmo do meu pedido, garantiu a readaptação funcional do Darliney. Uma gestão humanizada se faz vivenciando a realidade do cidadão e dos nossos colaboradores. Vídeo completo com a mensagem no meu face.

Uma publicação compartilhada por Emanuel Pinheiro (@emanuelpinheiromt) em

Darliney estava trabalhando na Avenida Getúlio Vargas, no centro de Cuiabá, na madrugada de terça-feira (20), quando foi atingido pelo carro da procuradora aposentada Luiza Farias Correa da Costa, de 68 anos. Ela bateu com o Jeep Renegade no caminhão de coleta de lixo.

A Polícia Civil informou que o teste de bafômetro realizado após o acidente atestou que Luiza estava alcoolizada. O resultado foi de 0,66 mg de álcool por litro de ar expirado. O código de trânsito proíbe dirigir com concentração acima de 0,05 mg por litro, e a partir de 0,34 mg é considerado crime.

Em nota, a defesa da procuradora negou que ela estava embriagada, dizendo que, na verdade, ela estava em “estado de síncope”. Ela conseguiu a liberdade após pagar fiança de R$ 7.632,00.

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