Fusão e confusão

A fusão entre PSL e DEM vai afetar diretamente a eleição de deputados estaduais em MT

O Partido Social Liberal (PSL) vai se reunir nas próximas semanas para debater a fusão com os Democratas (DEM). O presidente do diretório em Mato Grosso, Aécio Rodrigues, diz que apesar de o acordo estar avançado, o partido se pronunciar sobre nova sigla após a reunião nacional.

“Em uns oito Estados a fusão ainda está em conflito. Não é uma situação em Mato Grosso, mas nós só vamos decidir em nível estadual após a direção nacional do partido decidir sobre a fusão; a reunião da semana passada foi só do DEM”, disse.

O principal embate na fusão é a distribuição dos postos de comando. O acordo do DEM diz que os diretórios serão dirigidos pelo partido com mais força nos respectivos governos estaduais.

O processo mais calmo em Mato Grosso não descarta a saída de alguns filiados. Aécio admite que alguns nomes de destaque no PSL hoje tendem a procurar um novo grupo, por perda de espaço nas campanhas de 2022.

Campanha estadual

O atrito passa principalmente pelas candidaturas a deputado estadual. Os reclamantes afirmam que a fusão deve beneficiar os nomes do DEM que mais receberam votos em 2018, como Eduardo Botelho e Dilmar Dal Bosco.

A base de eleitores desses deputados, possíveis candidatos à reeleição, seria ampliada na nova sigla. Os social-liberais com melhor cotação hoje para 2022 seriam Gilberto Cattani, empossado no ano passado com a morte de Silvio Fávero, e Elizeu Nascimento, que se filiou ao PSL após a eleição.

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