Foragidos, “Dr. Bumbum” e a mãe têm pedido de HC negado no Rio

Decisão foi expedida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro durante o plantão do Judiciário; ambos estão foragidos

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJMT) negou na terça-feira (17) um pedido de habeas corpus em favor do médico Denis Cesar Furtado, de 46 anos. Ele, que é conhecido como Doutor Bumbum, é investigado pela morte da bancária cuiabana Lilian Calixto, de 47 anos, que morreu no último domingo (15) após um procedimento estético realizado pelo médico.

A decisão foi tomada durante o plantão do judiciário. Além de Denis, sua mãe, a médica cassada Maria de Fátima Barros, também teve o pedido de liberdade negado. Ela também é investigada por participação no caso. Atualmente, ambos são considerados foragidos da polícia, uma vez que a Justiça expediu, na segunda-feira, um mandado de prisão preventiva para os dois médicos.

O Doutor Bumbum foi indiciado pela morte da bancária após a delegada Adriana Belém, da 16ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro constatar que ele enganava as clientes, vendo o procedimento para ser feito em uma clínica preparada, e, depois, mudando o local da operação “em cima da hora”.

[featured_paragraph]Lilian Calixto foi uma das pacientes enganadas. Segundo a família, o procedimento – que era sabido apenas por amigos próximos da bancária – deveria ser realizado no Distrito Federal. Ela acabou se submetendo ao procedimento na cobertura de um prédio na Barra da Tijuca e precisou ser encaminhada para o hospital horas depois.[/featured_paragraph]

A bancária foi auxiliada pelo médico, sua mãe e a namorada de Denis – que está presa em razão do acontecido. No entanto, chegou em estado grave na unidade médica. Lá, sofreu duas paradas cardíacas e morreu em decorrência de uma embolia pulmonar.

Conforme divulgou a delegada responsável pelo caso, Denis não tinha autorização para trabalhar no Rio de Janeiro e respondia a ações no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj). Ele também já tinha outras passagens pela polícia, incluindo por homicídio. Os detalhes das ocorrências registradas na ficha do médico não foram revelados.

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