Fogo no Pantanal: ministro diz que é preciso já pensar em 2021

Rogério Marinho cobrou que os governo de MT e MS - junto com a União - ajustem acordo sobre atuação em área de queimadas

Imagem feita pelo governo de Mato Grosso no dia 12 de setembro (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT)

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse nesta quarta-feira (4) que são necessárias medidas preventivas no Pantanal para evitar novos focos de incêndios espalhem pela região no próximo ano. 

Segundo ele, os Estados com território na área ambiental – Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – em grande parte, precisam pensar em ações para controle de fogo, mesmo quando as condições climáticas não sejam desfavoráveis. 

“Nossa preocupação é estarmos afinados [Estados e União], estarmos juntos nesse processo de enfrentamento aos problemas que estão acontecendo de forma mais amiudada”, disse Marinho, ao destacar que os incêndios que historicamente atingem a vegetação pantaneira têm se tornado mais potentes. 

A queimada história no Pantanal neste ano foi potencializada pela seca que, disse Marinho, foi uma das “mais severas dos últimos 50 anos”, e consumiram mais de 4 milhões de hectares de vegetação. 

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Nos últimos dias, novos focos surgiram na Serra do Amolar, em Mato Grosso do Sul, onde o fogo já havia sido considerado debelado. Hoje, o fogo subterrâneo atingiu as margens do rio Paraguai, em Mato Grosso. 

Conforme os brigadistas que trabalham na região, a recorrência do fogo, que já havia sido controlado, está sendo estimulada pela vegetação seca na região. 

“Tivemos, este ano, o período mais seco das últimas cinco décadas e que pode se repetir em anos subsequentes. Precisamos ter ações preventivas eficazes para diminuir esse impacto; buscar medidas preventivas para atenuar o impacto e os efeitos de novos incêndios e, ao mesmo tempo, permitir que a reação dos poderes constituídos tenha maior efetividade”, defendeu o ministro. 

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