Fim de pandemia? Vida volta ao normal lentamente, mas cuidados devem ser mantidos

Médico diz que os brasileiros precisam incorporar hábitos de higienização e cuidados que baixam o risco de qualquer doença contagiosa

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

O fim da situação de calamidade no cenário da pandemia, em Mato Grosso, traz uma alerta para o comportamento humano daqui para frente: médicos alertam que ainda existe o risco de contágio, mesmo que ele não seja igual ao início da crise. 

A vida normal deve ser retomada aos poucos, mas alguns hábitos, se recomenda, devem ser mantidos como medida de proteção individual. A contaminação pelo novo coronavírus deve ser uma preocupação por temporada, assim como a gripe, nos dias de frio, e a dengue, nos tempos de chuva. 

O médico Germano Augusto Alves Pacheco, membro do Departamento de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), diz que o uso da máscara, por exemplo, é hábito que vai continuar por muito tempo.  

“A gente vê aquelas imagens do Japão, de pessoas que entram no metro de máscara, são umas ou outras. No Brasil, nós não tínhamos esse hábito, válido para evitar pegar qualquer doença, o que trouxe ele foi a pandemia. Acho que isso deve ser continuado por muito tempo”, afirma. 

A situação aludida pelo médico tanto contribui para se proteger, quanto para evitar transmitir a doença, caso haja suspeita de infecção pela covid-19. Apesar da desaceleração de casos, o risco ainda continua lá fora. 

O médico diz ainda que não vê risco alto para a reunião de pessoas, como igrejas, cinema e espetáculos artísticos. Mas a recomendação é que haja preferência pelos lugares abertos, onde a probabilidade de contágio é bem mais baixa. 

A higienização pessoal, como lavar as mãos antes de qualquer refeição, também vai contribuir para baixar o risco da doença. Esses cuidados devem ser incorporados por cada pessoa como proteção individual e contribuição para evitar uma segunda onda de crise. 

“Parece que a Medicina aprendeu a tratar a covid-19 na primeira e na segunda fase da doença, tanto aqui no Brasil quanto na Europa. Esse tratamento reduz em muito o número mortes, mas os cuidados devem ser mantidos para evitar precisar remediar”, disse.

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