FCO vai liberar R$ 180 milhões para projetos de recuperação do Pantanal

Fundo de 2021 foi aprovado nessa segunda-feira (7) e deverá ser 12% maior que liberado neste ano para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

(Foto: Mayke Toscano | Secom-MT)

O Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO) vai liberar R$ 180 milhões para a aplicação em projetos de recuperação do Pantanal em 2021. O recurso foi aprovado em reunião nessa segunda-feira (7), com aumento de 12,5% na comparação com este ano. O governador Mauro Mendes participou da reunião. 

Ao todo, o fundo vai abrir investimento de R$ 1,9 bilhão a empresários e produtores do agronegócio. O recurso para ações no Pantanal será distribuído entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 

O FCO fica acessível aos mais diversos tipos e tamanhos de empreendimentos, com condições diferentes do mercado tradicional,  como taxas de juros diferenciadas, limites financiáveis e prazos de pagamento e de carência. 

“Os recursos do FCO são muito importantes para os empresários mato-grossenses que querem investir no Estado. Os pecuaristas do Pantanal, neste ano em particular, precisaram muito destes valores. Em 2020, já conseguimos a disponibilização de R$ 160 milhões e, para o próximo ano, mais este montante expressivo”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico (Sedec), César Miranda. 

Conforme a Sedec, as operações abaixo de R$ 1 milhão podem ser feitas diretamente nas instituições financeiras autorizadas a operar o FCO (Banco do Brasil, Sicredi e Sicoob). As operações acima de R$ 1 milhão devem passar pela aprovação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Codem). 

O governador Mauro Mendes disse que o investimento ajuda o país a “reencontrar” os modos corretos de desenvolvimento econômico com exploração sustentável do ambiente. 

“Queremos que o Brasil reencontre o caminho do crescimento e a aplicação correta, rápida e séria e muito importante. O tempo urge e precisamos fazer com que estes recursos gerem investimentos e empregos por toda a região Centro Oeste”, afirmou. 

Sedec informou que os R$ 180 milhões pode ter acréscimo no fim do ano, quando os recursos públicos passam por remanejamento e o FCO pode ser o destino de mais caixa. 

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