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Fávaro defende cortes de regalias e reforma política urgente

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“É preciso tirar muitas regalias de cargos políticos”, afirmou Carlos Fávaro, que é pré-candidato ao senado, em entrevista na rádio Vila Real, nesta quinta-feira (14), ao ser questionado em como cortar as mordomias dos cargos do Executivo e Legislativo e sobre o atual sistema político brasileiro. Fávaro citou como exemplo de coerência entre discurso e a prática, a sua renúncia do cargo de vice-governador, em 05 de abril, para construir um novo projeto, o de senador por Mato Grosso.

“Abri mão do salário de vice-governador, da estrutura da vice-governadoria, veículos, seguranças, entre outras coisas. Não seria coerente eu construir um projeto ao senado e usar a estrutura paga com dinheiro público. Isso seria um desrespeito com a população. Acho que o assunto precisa ser rediscutido, tenho compromisso com essa postura, e fiz isso na prática”, disse Fávaro pontuando os cortes que fez enquanto vice-governador.

Quando foi vice-governador do estado, Fávaro reduziu, em 70%, os cargos comissionados e em 60% as despesas da Vice-governadoria. Mesmo assim, a equipe foi responsável por mais de 12 mil atendimentos no período de três anos e três meses. “Dissemos sim, não, demos encaminhamentos as solicitações da população, mas cumprindo o papel constitucional. Se não acabar com esses privilégios, não consertar a máquina pública”, pontuou Fávaro.

Indagado por um ouvinte sobre o que pensa a respeito do sistema político do Brasil e quais projetos ele poderia propor para mudar o atual cenário, onde políticos perpetuam no poder. Fávaro afirmou ser favorável a reforma política, ao voto distrital, e de cortes com mais rigor na máquina pública, trazendo economicidade e gestão pública.

“No Brasil, temos a democracia, é o melhor modelo, ainda que precise ser aperfeiçoada, mas a democracia é a chance que a população tem de buscar resolver seus problemas e necessidades. Percebo que é um novo momento, e precisamos de brasileiros que decidam por votar, pensem sobre as propostas, discutam e cobrem os políticos, como já vem fazendo”, explicou.

Sobre a ligação de políticos com empresas que têm negócios com instituição pública, Fávaro disse que é preciso escolher, entre ser político ou empresário. “Eu sou empresário da agropecuária, tenho uma pequena propriedade com a minha família, mas não disputo nenhum contrato público. Quem quiser ter contrato público, saia da política, tem que dar transparência e exemplo”, finalizou Fávaro.

 

Com Assessoria 

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