Exportação da carne de Mato Grosso movimenta US$ 115 milhões em outubro

Hong Kong e China lideram a importação da carne mato-grossense com uma participação 33% do total exportado de Mato Grosso.

Ilustrativa

A exportação de carne bovina registrou uma receita de US$ 115,39 milhões em outubro em decorrência do embarque de aproximadamente 30 mil toneladas. Hong Kong e China lideram a importação da carne mato-grossense com uma participação 33% do total exportado de Mato Grosso.

O valor decorrente das exportações em outubro é menor do que os US$ 130,55 milhões registrados em setembro, queda de 11% no comparativo mensal. Vale lembrar que setembro registrou o maior volume de carne exportado este ano.

O presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC), Guilherme Nolasco, afirma que desde a greve dos caminhoneiros em maio e a forte queda nas exportações em junho, o mercado vem se recuperando mês a mês. “Desde junho, esta foi a primeira vez que as exportações caíram e coincide com o fim do primeiro ciclo do confinamento, concluído em setembro. Outubro é um mês de acomodação e em novembro pode haver recuperação de mercado. Para dezembro a perspectiva de crescimento nas vendas internas também”, detalha Nolasco.

No acumulado do ano, a exportação de carne bovina soma US$ 893,87 milhões em receita, volume 4% inferior ao período de janeiro a outubro de 2017. O IMAC é uma instituição que integra produtores, indústria e o governo estadual em busca da promoção da carne de Mato Grosso, abertura de novos mercados e agregação de valor à cadeia produtiva.

Nos últimos 15 dias, diretores da entidade participaram de eventos internacionais na França e na China, onde foi confirmada a visita de uma missão de representantes do governo chinês a plantas frigoríficas instaladas em Mato Grosso. De acordo com Guilherme Nolasco, a visita é muito positiva e, caso mais unidades sejam habilitadas, a relação entre Mato Grosso e China deve se fortalecer.

“Se com apenas uma planta frigorífica habilitada para vender, a China já é um dos maiores clientes da nossa carne, com a ampliação do número de fornecedores credenciados, vamos vender ainda mais. Sem falar na reabertura do mercado russo, anunciado recentemente, e que deverá trazer impacto positivo para nossa balança comercial”, afirma Guilherme Nolasco. As unidades que devem receber a missão chinesa ainda não foram identificadas, nem a data da visita confirmada.

Os dados referentes à exportação são do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior de carnes bovinas congeladas, resfriadas e frescas.

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