Estudos apontam que a conjuntivite pode ser um sintoma raro do coronavírus

Estudos foram realizados na China, Itália e Estado Unidos

(Foto: Freepik)

É preciso estar atento aos sintomas de conjuntivite que podem indicar a contaminação pelo coronavírus. O alerta é do oftalmologista José Procópio, lembrando que a descoberta do vírus foi feita por um oftalmologista chines em 2019.

“Nesse momento é preciso ficar atento e se surgir algum indício de conjuntivite é preciso buscar de imediato um profissional qualificado para sugerir um tratamento”, disse.

A Academia Americana de Oftalmologia (AAO) anunciou recentemente que estudos realizados na China, Itália e Estado Unidos apontam que a conjuntivite pode ser um sintoma raro do coronavírus. Ela deve aparecer em casos mais graves da doença, variando de 1 a 3% dos infectados.

A Oftalmologia tem sido destaque internacional em razão da descoberta do coronavírus em pacientes com conjuntivite em 2019. O oftalmologista chinês Li Wenliang, da cidade de Wuhan, percebeu que todos os pacientes com conjuntivite apresentavam também sintomas de falta de ar e febre. Logo na sequência, veio a confirmação do diagnóstico de covid 19. Quando se fala sobre os cuidados com os olhos, é preciso fazer exames oftalmológicos constantes e buscar tratamentos adequados.

Na semana passada, Procópio, membro da Clínica Visão Cuiabá, localizada no bairro Araés, e mais nove oftalmologistas apresentaram diversos tratamentos modernos e cirurgias inovadoras para os mais diversos problemas que afetam a visão. A equipe médica aponta que os hábitos de vida inadequados, o uso excessivo de computadores e smartphones, a dificuldade de acesso aos serviços de saúde e a compra de óculos de sol e de grau falsificados estão entre os principais fatores que elevam o número de pessoas com problemas de visão no país.

Outro problema apontado pelos especialistas é que nem 5% da população brasileira já passou por consulta com o médico oftalmologista. Entre as doenças oculares mais relevantes no Brasil estão miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo. Problemas que podem ser resolvidos facilmente com o uso de óculos e com acompanhamento oftalmológico regular.

A equipe ressaltou ainda que é necessário realizar consultas regularmente como uma forma de prevenção, principalmente se a pessoa tiver mais de 40 anos de idade for portador de fatores de risco como a miopia, diabetes, pressão alta ou tabagismo, entre outros

José Procópio reforça que a avaliação de cada paciente deve ser “feita de forma personalizada, levando em consideração não só a visão, mas sim a saúde como um todo”, concluiu.

(Da Assessoria)

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