Azul cancela voos em Sinop e gera revolta – veja vídeo

Os voos estão sendo cancelados desde sexta-feira (25) e a Azul Linhas Áreas não teria dado explicações nem atendimento aos usuários

Mais um voo cancelado na manhã deste domingo (27), em Sinop (500 Km), revoltou passageiros que esperavam embarcar. O professor do IFMT de Guarantã do Norte, Ivã Graça de Araújo, está desde sexta-feira (25) na cidade tentando embarcar para Cuiabá, mas até o momento o esforço foi em vão.

“Minha Mulher tem que ir para Porto Alegre para fazer exames pré-natal e ficar com a família, mas nosso voo está sendo repetidamente cancelado. Não foi nos dado nenhuma assistência, eu mesmo estou tendo que pagar meu hotel alimentação e como vocês podem ver não tem minguem no aeroporto para nos ajudar. Quando ligamos em Cuiabá eles dizem que os voos não estão sendo cancelados, mas não conseguimos chegar até lá”, declarou.

Com o mesmo problema, Zenilda Maria da Silva Nascimento, que tem passagem marcada para o Rio de Janeiro (onde mora), já perdeu duas vezes a conexão, ela diz ainda que teve problemas inclusive na vinda para Sinop.

“O nosso voo demorou para chegar em Cuiabá e perdemos a conexão. Tive que vir de ônibus para Sinop, mas agora nem isso eles querem fazer, não nos dão sequer informações sobre o que vamos fazer, estamos perdidos e desesperados”, ressaltou.

A reportagem procurou os responsáveis pela empresa Azul Linhas Aéreas – única a operar o no aeroporto de Sinop –  e pela a direção do aeroporto, mas não havia ninguém disponível, apenas dois seguranças que não estavam autorizados a passar informações.

Por telefone o administrador do aeroporto municipal, Liomar Costa, informou que a equipe da Azul só realiza atendimento após às 12h e por isso não havia uma assistência no momento.

“Esse problema não é só em Sinop, mas no Brasil. Não temos o que fazer no momento a não ser aguardar”, ponderou. Sobre as possibilidades de assistência ao usuário Liomar limitou-se a dizer que o contrato do cliente é com a companhia e que o aeroporto não pode intervir.

“O que poderíamos fazer? Acredito que nada, é um problema nacional”, reafirmou.

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