Emanuel pretende emprestar R$ 51 milhões para a construção de dois viadutos em Cuiabá

    O projeto foi apresentado pelo secretário municipal de Finanças, Antônio Roberto Possas de Carvalho, na sessão legislativa desta terça-feira

    (Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

    O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) pediu autorização da Câmara Municipal para contrair empréstimo no valor de R$ 51 milhões junto ao Banco do Brasil para construção de dois viadutos na capital. O projeto foi apresentado pelo secretário municipal de Finanças, Antônio Roberto Possas de Carvalho, na sessão legislativa desta terça-feira (05).

    Possas de Carvalho defendeu a viabilidade do empréstimo, ressaltando que as taxas de juros são baixas e que Cuiabá tem um dos menores níveis de endividamento do país. “Existem taxas especiais para empréstimos de Estados e Municípios, a carência é de 12 meses e são 84 meses para pagar. Cuiabá tem total capacidade para isso”.

    O projeto prevê a construção de um viaduto na Avenida Beira Rio, na rotatória que liga à Ponte Sérgio Motta, e outro na Estrada do Moinho, no entroncamento com a Avenida Itália. A necessidade das obras foi identificada pelo Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (IPDU) e a ideia era entregá-las no aniversário de 300 anos de Cuiabá.

    Conforme o superintendente do IPDU, Marcio Alves Puga, os viadutos fazem parte de um plano de ações que devem ser desenvolvidas nesses dois pontos, considerados gargalos do trânsito da capital.

    Na Estrada do Moinho, por exemplo, estão previstas aberturas de outras vias no entorno do entroncamento, assim como serão mantidos os recém-instalados semáforos inteligentes na rotatória da Beira Rio.

    “A construção do viaduto foi pensada antes da instalação dos semáforos, pois eles conseguem amenizar o congestionamento, mas não resolvem de forma definitiva. No horário de pico ainda há acumulo de veículos e número de carros no trânsito cresce anualmente, temos que pensar à frente”, destacou o superintendente.

    Puga pontuou ainda que só na Estrada do Moinho são mais ou menos 3 mil veículos por hora/pico, que atrasam os motoristas em cerca de 20 minutos.

    “São 20 minutos poluindo o meio ambiente com o carro parado e sem produzir, pela falta de mobilidade. Quando o prefeito assumiu, ele determinou que a gente trabalhasse nesses gargalos para melhorar a vida do cuiabano – e é o que estamos fazendo”.

     

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