Emanuel defende que oposição tenha candidato de Cuiabá a vice-governador e ao Senado

Nos bastidores, a informação é de que o projeto estaria articulando a indicação de sua esposa, a primeira dama Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro, como candidata a vice-governadora.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou, na tarde desta quinta-feira (19), que defende que o candidato a vice-governador nas eleições deste ano e a uma vaga na disputa ao Senado sejam de Cuiabá. A declaração de Emanuel foi dada durante lançamento do “Comitê Cuiabá 300 anos”, realizado no Palácio Alencastro.

“Cuiabá é a capital de Mato Grosso, líder do Estado, a cidade mais importante, o maior colégio eleitoral, é natural que, em não sendo o candidato ao governo de Cuiabá, o vice e uma, das duas vagas, do Senado sejam disputadas por alguém daqui e se puder ser do MDB, melhor ainda”, declarou o prefeito.

Até o momento, dente os nomes postos como pré-candidatos da oposição que são de Cuiabá, está apenas Mauro Mendes (DEM), ao Governo, e Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB) e a juíza aposentada Selma Arruda (PSL), ao Senado, ambas, no entanto, ainda não integram o grupo de oposição ao governo Pedro Taques (PSDB) onde está o MDB.

No caso de Mauro Mendes não ser candidato, o MDB tem defendido o nome do senador Wellington Fagundes (PR) para a disputa, cuja base eleitoral é Rondonópolis. Sendo assim, o vice, segundo Emanuel Pinheiro, deveria ser da Capital.

Questionado quanto aos nomes que defende, o prefeito não respondeu, disse apenas que todos os partidos do grupo têm condições de indicar alguém. Nos bastidores, entretanto, a informação é de que Emanuel estaria articulando a indicação de sua esposa, a primeira dama Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro, como candidata a vice-governadora.

PTB

Em relação a possibilidade dos membros do diretório municipal do PTB de Cuiabá exigirem os cargos ocupados por indicação do vice-prefeito Niuan Ribeiro (PSD), que trocou de partido recentemente, o prefeito disse que não estava sabendo, mas que mesmo que isso ocorra, será superado.

“Temos uma reunião marcada para semana que vem, mas não sei qual a pauta. Se esse pedido se confirmar, vamos promover a paz. Esse é um tipo de mal-estar que se resolve conversando e sentando à mesa. Nada de criar distorções, que acabam causando instabilidade num momento que precisamos do apoio de todos”.

Ainda conforme Emanuel, mudanças de cargos são normais. “Quem não estiver comprometido com Cuiabá e não estiver realizando bem sua função, pode ser indicado de quem for, que vai sair. Agora se for o contrário, deve ficar”.

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