Em menos de duas horas, região do CPA tem atropelamento, batida e homicídio

A jovem foi atropelada enquanto passava na faixa de pedestres, um condutor fez manobra irregular e populares não viram o homicídio

Uma jovem de 22 anos foi atropelada na noite dessa quarta-feira (26), quando atravessava em uma faixa na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá. Na mesma avenida, um carro e uma motocicleta se envolveram em um acidente, enquanto, em um bairro vizinho, um homem foi assassinado. Os acidentes e o crime aconteceram em um intervalo de menos de duas horas.

O primeiro caso, de batida entre uma moto e um carro de passeio, aconteceu por volta das 21h30, na entrada do bairro CPA 1. Conforme a Polícia Civil, na motocicleta estava Max Weber Goulart de Souza, de 33 anos.

A vítima contou que os dois veículos trafegavam na mesma via quando o outro motorista, Caio Fábio Charnoski Rubim, de 24 anos, em seu Hyundai HB20, fez a conversão para entrar em uma rua à esquerda. Entretanto, ele acabou batendo a frente do carro na lateral da motocicleta.

Com o acidente, Max Weber ficou ao solo e precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Foi feito teste do bafômetro em Caio Fábio, e não foi constatada embriaguez. Ele também foi socorrido pelo Samu.

A polícia informou que deverá usar imagens de monitoramento do Ginásio Verdinho para ajudar na investigação.

Atropelamento

Alguns minutos depois, por volta das 23h10, uma moça de 22 anos, identificada como Brenda Simões Batista, foi atropelada enquanto atravessava em uma faixa em frente ao Pantanal Shopping, também localizado na Avenida do CPA.

Conforme a Polícia Civil, a jovem foi atingida por uma motocicleta, conduzida por Gustavo Oliveira de Brito, de 21 anos.

Com a batida, o condutor da moto também caiu do veículo e precisou ser socorrido pelo Samu. Os dois envolvidos foram encaminhados ao Pronto-Socorro de Cuiabá.

Homicídio

Na mesma noite, já por volta das 23h50, um homem foi morto com um tiro em uma via do bairro CPA 3.

Identificada como Rafael Ferreira dos Santos Oliveira Mota, a vítima era conhecida por “mosquito” e esteve preso entre os dias 15 de março e 29 de agosto deste ano, quando foi solto pela Justiça. Ele respondia por associação criminosa, assalto, uso de documentos falsos e adulteração de chassi de veículo.

A Polícia Civil explicou que, quando a polícia chegou ao local, a vítima já estava morta, caída na parte traseira de um veículo Fiat Siena, branco.

Conforme a narrativa, o condutor do veículo esteve no local durante os trabalhos da polícia, mas estava em visível estado de embriaguez e, portanto, não foi possível contar com sua colaboração. Populares também disseram que não viram o que aconteceu com a vítima.

A polícia registrou que, ao que tudo indica, Mosquito morreu com apenas um tiro de revólver. As circunstâncias da morte, porém, deverão ser investigadas pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

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