Em livro, Eduardo Cunha diz que Rodrigo Maia sempre teve sede de poder

"Tchau Querida, O Diário do Impeachment" já tem três editoras interessadas em publicá-lo

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O livro de Eduardo Cunha, intitulado “Tchau Querida, O Diário do Impeachment”, ainda não foi publicado e já está causando controvérsias. O trabalho, de 740 páginas, está em fase de revisão textual e ainda não foi decidido qual editora o publicará.

A ideia é contar o que teria corrido – ao menos na versão do ex-deputado federal – nos bastidores do impeachment de Dilma Rousseff, bem como o cotidiano do Congresso Nacional.

No momento, três editoras já estão interessadas na obra.

E embora Dilma – supostamente – seja a personagem principal, uma das figuras em destaque no livro é o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que substituiu Cunha.

No livro, Cunha descreve Maia como um alguém “desesperado pelos holofotes” do impeachment de Dilma Rousseff e que “queria todas as posições para ele”. Em outras palavras, alguém com muita sede de poder.

O livro ainda não tem data oficial de lançamento, mas tudo índica que será publicado ainda em 2021.

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