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Efeito colateral: desemprego

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Laura Nabuco

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT) resolveu se antecipar ao que – vide 2020 – deve ser o resultado das medidas restritivas para conter a pandemia no Estado (sejam elas as estipuladas pelo governo ou pelo município): o desemprego.

Em nota pública sobre os decretos mais recentes, a Fecomércio diz que “reconhece a necessidade de medidas para conter o avanço da doença”, mas também já avisa: “mesmo sendo importantes”, as medidas “impactam no faturamento dessas empresas, o que pode implicar em cortes nos empregos e em fechamento de estabelecimentos”.

E no que diz respeito ao aumento do número de novos casos e taxa de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a Federação completa: parte da responsabilidade está na “negligência” da população que não tem cumprido as exigências sanitárias.

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