Educação audiovisual e economia criativa são temas de fórum gratuito no Cine Teatro

Estúdio Casa da Árvore (Foto: Igor Amin)

Após ação de formação em Educação Audiovisual para educadores do ensino público em agosto deste ano e exposição audiovisual Estúdio Casa da Árvore, que recebeu mais de 400 crianças dessas escolas em outubro, o projeto “O que queremos para o mundo?” retorna a Cuiabá para realizar a sua terceira etapa. O II Fórum Educação Audiovisual & Economia Criativa ocupará o Cine Teatro Cuiabá no dia 30 de novembro.

A programação contará com convidados especiais e especialistas que norteiam debates e reflexões sobre educação audiovisual e economia criativa. O evento acontece em dois turnos, das 9h30 às 12h30 e 14h30 às 17h30, e é aberto ao público, mediante inscrições gratuitas no link.

No período da manhã, o tema da mesa de debate é “educação audiovisual e o uso das tecnologias”. A ideia é refletir se os profissionais da educação estão preparados para incorporarem a cultura digital em sala de aula. “Dos laboratórios de informática aos tablets, educadores começam a lidar com a relação entre conteúdo, professor e aprendiz mediada pelas tecnologias, que trazem à tona um novo arranjo pelo qual o audiovisual vem sendo cada vez mais utilizado como estratégia na construção de conhecimento”, diz a sinopse da mesa.

O bate-papo será facilitado por Igor Amin, membro do Instituto Mundos e Cocriativa/MG, Juliana Guerra Motta, do Espaço Aclarar (MG) e Cesar Piva, representante de iniciativas como Escola Animada, Rede Cineclubes e Fábrica do Futuro. A mediação será de Mônica Botelho, da Fundação Cultural Ormeu Junqueira Botelho).

Estúdio Casa da Árvore (Foto: Igor Amin)

À tarde, a mesa “financiamentos para projetos audiovisuais no contexto da economia criativa” irá traçar estratégias para que os projetos audiovisuais, em desenvolvimento ou fase de captação, possam transformar escassez de recursos em abundância, diante uma sociedade em rede que se desenvolve para a economia criativa, em pleno século 21.

O debate acontece com base na experiência do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais e dos novos Arranjos Produtivos Locais (APLS) no Brasil e terá participação de Mônica Botelho e Cesar Piva, com mediação de Igor Amin.

“Desde a primeira edição, em 2017, criamos uma rede grande e consolidada de educadores, artistas e profissionais em busca de conhecimento das inúmeras possibilidades que a educação audiovisual desperta. O Fórum é um momento de consagrar todas as trocas que tivemos oportunidade de ter até aqui e estamos certos que será um período de muita aprendizagem e estímulo”, conta Igor Amin, Criador e diretor geral do projeto. 

“O que queremos para o mundo?” é realizado pela Cocriativa, com idealização do Instituto Mundos e patrocínio da Energisa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Facilitadores

Igor Amin é artista multimídia, educador audiovisual e gestor sociocultural, com trabalhos artísticos são focados em cinema, educação e novas mídias. Mestrando interdisciplinar em Ciências Humanas pela UFVJM, é sócio-diretor da Cocriativa Conteúdos Audiovisuais e do Instituto Mundos, viabiliza estudos e negócios em Audiovisual, Transmídia e Economia Criativa e criador e diretor geral do projeto “O que Queremos para o mundo?”.

Igor Amin

Mônica Botelho é graduada pelo Fashion Institute of Technology em New York e desde 1989 atua no Grupo Energisa. Como presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, coordena e executa diversos projetos e iniciativas em Cataguases, Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Sergipe e Paraíba. É idealizadora e diretora do Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa, coordenadora geral do Centro Cultural e Memorial Humberto Mauro em Cataguases e curadora do Festival Ver e Fazer Filmes, desde sua primeira edição em 2008.

César Pifa é gestor cultural da Fábrica do Futuro, incubadora cultural e de novas tecnologias inaugurada em 2005 como ponto de cultura atuante nas áreas de pesquisa, formação, criação, produção e difusão audiovisual, em especial, para TV, Internet e Mídias Móveis. É um dos responsáveis pelo Programa de Cultura e Desenvolvimento Local, que envolve inúmeras lideranças sociais, culturais e empresarias em Cataguases e região.

Pifa foi membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), do MinC e, desde 2008, é um dos coordenadores do Programa Vivo Lab e Vivo arte.mov em âmbito nacional e diretor executivo no Festival Ver e Fazer Filmes desde sua primeira edição em 2008.

Juliana Guerra Motta é pedagoga, arte educadora, arte terapeuta, instrutora e pesquisadora de yoga e meditação. É ainda buscadora de recursos e maneiras para a materialização da valorização a todas as formas de vida para a construção do Mundo que Queremos.

(Com assessoria)

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