“É programa eleitoral e não novela”, diz deputado sobre perda do tempo de TV com saída do MDB

O presidente regional do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, assegura a permanência no grupo que sustenta a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PR) ao Governo

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

“PP, PR e PT juntos vão ficar com um tempo bom de TV. É programa eleitoral e não novela”. A declaração é do presidente regional do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, que deve se candidatar à reeleição, ao assegurar a permanência no grupo que sustenta a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PR) ao Governo do Estado, mesmo com a saída do MDB.

Conforme o progressista, o MDB é um partido respeitado e forte e muita coisa ainda pode acontecer até cinco de agosto, data limite para realização das convenções, quando as candidaturas são oficialmente lançadas.

[featured_paragraph]“Com a saída do MDB da coligação, resolvemos mexer no tabuleiro e nos reorganizamos. Mas é importante dizer que o Wellington está firme e o PP está determinado a caminhar junto com ele”, completou em entrevista ao LIVRE nesta quarta-feira (18).[/featured_paragraph]

Principal incentivador da pré-candidatura Wellington ao Governo, o MDB resolveu deixar seu arco de aliança e migrar para a chapa que tem como possível candidato ao Executivo Mauro Mendes (DEM), também da oposição ao governador Pedro Taques (PSDB), que deve concorrer à reeleição.

Na busca pela viabilização de sua candidatura, Wellington Fagundes se apega ao seu histórico na oposição para assegurar que está cada dia mais convicto do seu projeto.

“A minha candidatura atende a um projeto de oposição ao atual Governo pelas suas práticas de abandono da população. Não sou um dissidente. Vamos seguir trabalhando, formando com aqueles que, de fato, são oposição ao Governo”, declarou numa referência ao grupo ao qual se aliou o MDB, formado principalmente por ex-aliados de Taques.

O senador ressaltou ainda que está trabalhando no sentido de alinhar todos aqueles que são contrários as atuais praticas do Governo. “Aqueles que queiram trabalhar para fazer as transformações, colocando a minha capacidade de trabalho à frente. Respeito as decisões partidárias, todas, mas vou seguir construindo uma aliança forte e confiável”.

O grupo de Wellington já conta com apoio declarado do PP, PTB e PCdoB, e deve oficializar nos próximos dias a composição com PT e Podemos. Além deles, a coligação ainda espera conquistar o PSL, mesmo com a vedação da nacional, que acreditam que será revertida em Mato Grosso.

Candidatos

Coso essa aliança se confirme, ventila-se nos bastidores que a ideia do partido seria lançar Selma Arruda (PSL) e José Medeiros ao Senado (Podemos), que neste ano tem duas vagas disponíveis, e a ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli (PCdoB), viria como vice de Wellington.

Para deputado federal, a chapa contaria com Ezequiel Fonseca e o ex-ministro Neri Geller como nomes fortes do PP e teria ainda o presidente regional do PSL, Victorio Galli, buscando a reeleição.

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