“É absurdamente injusto”, diz Dallagnol sobre condenação por danos morais

O ex-procurador da Lava-Jato foi condenado a pagar uma indenização por danos morais ao ex-presidente Lula

Rio de Janeiro - Procurador do Ministério Público Federal e coordenador da força tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, fala no Congresso da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Fernando Frazão/Agência Brasil)

No dia seguinte ao ser condenado a indenizar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF) Deltan Dallagnol classificou como injusta a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o obriga a pagar uma indenização ao petista.

Em uma publicação no Twitter, feita nesta quarta-feira (23), Dallagnol citou alguns motivos que rebatem sua condenação.

“Essa decisão surpreendeu e é absurdamente injusta por 7 razões”, escreveu o jurista.

Dallagnol foi acusado de “espetacularizar” uma denúncia contra o ex-presidente ao apresentar dados da investigação em slides feitos em PowerPoint. A apresentação das informações resumiam que Lula estaria no centro do escândalo de corrupção apurado pela Operação Lava-Jato.

“A apresentação retratou fielmente o conteúdo da acusação e foi uma forma de dar transparência e prestar contas do trabalho, como ocorreu em outros casos”, explicou o ex-procurador.

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