Duarte, o resistente!

Excetuando o governador, apenas o chefe da Sinfra não mudou de cargo no alto escalão do atual governo

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Com a confirmação do remanejamento do controlador-geral Ciro Rodolpho Gonçalves para a Casa Civil, o secretário Marcelo Duarte (Infraestrutura) tornou-se o único titular do primeiro escalão do Governo Pedro Taques – dos que iniciaram a gestão em janeiro de 2015 – a não deixar o cargo ou mudar de função. Excetuando o próprio governador, apenas o chefe da Sinfra não mudou de cargo no alto escalão do atual governo. Até o vice-governador Carlos Fávaro já abandonou o barco.

Não à toa, a Sinfra é a pasta que apresenta algumas das melhores performances: 2,4 mil quilômetros de asfalto em três anos, segundo números oficiais.

Com resultados positivos, o administrador, com mestrado na Nova Zelândia e curso pela Universidade de Harvard (EUA), até se credenciou a disputar votos nas urnas, contando com o apoio do agronegócio, mas declinou aos 45 do segundo tempo por questões pessoais.

Na reta final do Governo Taques, dentre as obras aguardadas pela população, a Sinfra pretende correr contra o tempo (leia-se prazo eleitoral) para inaugurar a duplicação da Estrada da Chapada. Uma obra que chegou a ser lançada pelo menos três vezes por gestões anteriores, mas que só saiu do papel e virou realidade agora. O mais recente balanço aponta que 92% da rodovia estão concluídos.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Fez uma bosta gestão o respectivo secretário, entretanto, vale lembrar que as obras foram fruto da gestão do antigo MT Integrado com recursos assegurados na ordem de R$ bi.

    O Governo Donald Taques entrou e apenas trocou o nome de MT Integrado para Pró-Estradas e a publicidade fez o trabalho por si só.

    É bem verdade que a boa gestão de Duarte é de se ressaltar, mesmo, as vezes, agindo politicamente em beneficiar algumas regiões em detrimentos das outras.

    Só olhar para MT-100 na região do baixo Araguaia e as péssimas estradas de Tangará e redondeza.

    A gestão foi bem feita, mas os números apresentados são meio maquiados e frutos de uma publicidade que acabara por se tornar verdade o conto do vigário.

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