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Doenças do aedes aegypti disparam em Cuiabá e já superam os registros de 2021

Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue
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Redação

A incidência de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya) disparou em Cuiabá e os casos confirmados até julho já superam o que foi registrado ao longo de 2021. 

Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), chikungunya e zika tiveram as maiores altas, com o número de doentes 40% e 50%, respectivamente, acima do que foi confirmado entre janeiro e dezembro de 2021. A dengue subiu 20% no mesmo período. 

Contudo, a dengue é a doença mais comum. Já são 815 casos confirmados, até 30 de julho, enquanto em 2021 eram 677. Os diagnósticos estão 175 bairros, sendo que o Pedra 90 concentra 39,2% do total. Mulheres com idade com idade entre 20 a 49 anos são o perfil mais recorrente. 

Os casos de chikungunya somam 15 ante 10 do ano passado, em 127 bairros. Em relação aos casos de zika, houve um aumento de 40%. Já os diagnósticos da zika são sete até o momento.   

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