|sábado, 21 abril 2018

Grupo interpreta canções que marcaram épocas em Cuiabá

À capela e com arranjos próprios, as vozes do ‘Mesa Pra 6’ homenageiam a música regional no show ‘Traz Pra Cá Pra Raspá’, realizado neste domingo (08), no Teatro Zulmira Canavarros

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Ainda em tempo de homenagear Cuiabá, seis vozes em coro buscam estimular o imaginário e a memória musical da cidade neste domingo (08), através de um repertório diversificado com interpretação à capela e arranjos próprios. No show ‘Traz Pra Cá Pra Raspá’, o grupo ‘Mesa Pra 6’ visita à capital mato-grossense de todos as épocas e ritmos no show, às 20h, no Teatro Zulmira Canavarros.

Durante o espetáculo, três sopranos, dois tenores e um barítono dão o tom de “Mamãe Eu Tô Voltando Pra Casa” e outras canções de bandas consolidadas, representantes dos tradicionais rasqueado e lambadão cuiabano, os expressivos rock e sertanejo, além do pagode e o forró. Músicas conhecidas pelas rádios, palcos de teatros e festivais cuiabanos, traçadas em uma linha do tempo que acompanha as movimentações culturais na cidade.

Os Caçulas do Samba, Vanguart, Breno Reis e Marco Viola, Triêro, Pescuma e Claudinho e Stilo Pop Som são os grupos que compõe o repertório, escolhidos não só pela qualidade musical, mas pela representatividade histórico-cultural da cidade, segundo o músico Raul Fortes. Para embarcar nesta viagem, os ingressos podem ser adquiridos a R$ 10 mais 1 quilo de alimento não-perecível, a ser destinado às entidades filantrópicas atendidas pela Sala da Mulher.

O Mesa Pra 6 é composto pelos músicos Lais Epifânio, Thainá Pinheiro, Tuanny Godoi, Raul Fortes, Klauber Borges e Jefferson Neves – diretor artístico e musical –, cantores profissionais, músicos experientes, professores de música, instrumentistas e arranjadores. Após expressarem referências em compositores como Cartola, Chico Buarque e de nomes expressivos do jazz americano, ‘Traz Pra Cá Pra Raspá’ é o segundo show na carreira da formação.

O Mesa Pra 6 iniciou seus trabalhos musicais em meados de março de 2015, numa mesa de bar. Onde quer que fosse marcada a reunião, lá estavam os seis e naturalmente, se perceberam como um novo grupo vocal/instrumental, com repertório que passeia por diversos gêneros e nacionalidades.

Depois surgiu o nome. O bordão “Garçom, uma mesa pra 6, por favor!” era sempre usado pelos cantores logo na entrada de um bar ou restaurante da cidade. Uma expressão interna que veio a tornar-se, através de uma sugestão de Raul Fortes, o nome oficial do grupo que, desde então, constrói uma trajetória produtiva no meio artístico/musical da cidade.

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