Disputa de taxistas por passageiros tem ameaça com faca e vira caso de polícia

Os passageiros queriam ir para Poconé e dois taxistas brigaram para poder levá-los

Dois taxistas se envolveram em uma confusão nessa sexta-feira (3), iniciada pela disputa por passageiros.

A briga se tornou caso de polícia depois que um deles chegou a pegar uma faca para agredir o outro.

O caso aconteceu no Bairro Mapim, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), por volta das 12 horas.

Conforme o boletim de ocorrência, um taxista de 66 anos contou à polícia que exerce sua profissão na rodoviária de Várzea Grande e, nessa sexta-feira, quando se preparava para levar alguns passageiros para Poconé (105 km de Cuiabá), um colega de profissão, de 61 anos, deu início a uma discussão.

Segundo o taxista que registrou o boletim de ocorrência, era a vez dele, mas o colega que havia acabado de chegar de Poconé, e era o último da fila, chegou discutindo e querendo “roubar” os passageiros.

Para isso, o segundo taxista ofereceu levar os passageiros por R$ 30,00 cada um, sendo que a tabela dos profissionais exige que seja cobrado R$ 40,00 por pessoa na viagem para o município.

Os dois ficaram discutindo, até que o taxista que iniciou a briga, segundo o boletim de ocorrência, foi até o táxi, pegou uma faca e partiu para cima do colega, que só não foi atingido por dar um pulo para trás e sair de perto.

A Polícia Militar foi acionada e, quando viu que uma equipe iria até o local, o taxista que havia usado a faca entrou em seu carro e fugiu.

Mais tarde, porém, por volta das 17h30, a Polícia Militar foi acionada novamente, quando o taxista de 61 anos retornou ao ponto na rodoviária de Várzea Grande.

Só então o segundo taxista pôde dar sua versão. Ele confirmou ter se desentendido com o colega ao disputar passageiros, mas negou tê-lo ameaçado com uma faca.

Ele afirmou que o colega havia falado que iria jogar uma garrafa nele e, para se defender, ele pegou uma “pequena plaquetinha de ferro”.

Por fim, os dois foram encaminhados para a delegacia, onde o caso foi registrado em um primeiro boletim como tentativa de homicídio doloso e, no segundo, como “ocorrências atípicas”.

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