Desembargador decreta segredo de justiça em ação de caixa 2 contra juíza Selma

De acordo com Pedro Sakamoto, as informações bancárias da juíza não devem ser expostas

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

O desembargador do Tribunal Regional Eleitoral, Pedro Sakamoto, decretou segredo de justiça na ação de investigação por suposto abuso de poder econômico praticado pela juíza Selma Arruda, candidata ao Senado pelo PSL. A ação foi proposta pelo candidato ao Senado da Rede, Sebastião Carlos.

A defesa de Selma Arruda argumentou que os extratos bancários da conta pessoal da magistrada serão apresentados de forma espontânea nos autos da ação, em um prazo de três dias, sendo desnecessária, portanto, a quebra de sigilo bancário.

[featured_paragraph]Os advogados Diogo Sachs e Felipe Amorim, que patrocinam a defesa da juíza, peticionaram a necessidade do sigilo nos autos ser decretado para salvaguardar informações bancárias da candidata.[/featured_paragraph]

O desembargador acatou o pedido de sigilo “tendo em vista que a exposição de dados bancários […] devem ser de conhecimento restrito aos personagens deste feito”.

O desembargador Sakamoto ainda negou o pedido do MPF para ser polo ativo da ação. “Evitando desnecessário tumulto processual, sem prejuízo de sua regular atuação no processo”, finalizou.

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1 COMENTÁRIO

  1. Tenho curiosidade de saber o que leva um magistrado decretar segredo de justiça em um processo, as explicações não cola, acho nebuloso isso!! Ah, e tem mais, segredo de justiça deveria servir para processo de partilha de herança ou diivorcio…..No mais acho nebuloso……

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