De volta à atividade, Mandala Soul faz show em tributo a Tim Maia nesse sábado

Show dançante marca a retomada de uma das bandas mais queridas da capital mato-grossense

Nos arredores da Praça Popular, o sábado (27) vai ser intenso no kartell Kustom House. O ponto que funciona de dia como loja de customização, à noite assume a identidade de um dos lugares mais descolados da cidade, com música ao vivo, burger e drinks. E é lá, que será executada a melhor trilha sonora para quem planeja dançar muito neste fim de semana.

Esta noite é especial, pois marca a retomada de um projeto musical bastante empolgante: a Mandala Soul está de volta com repertório especial, em um alegre revival da obra de Tim Maia. A balada começa às 21 horas. O ingresso custa R$ 15,00.

Bastante prestigiada pelo público entre os anos de 2006 e 2012, a banda que já contou com rodízio de músicos profissionais e virtuoses reinicia as atividades com um núcleo que contribuiu de maneira significativa em sua gênese, como Wellington Berê (baixo), Danilo Bareiro (guitarra) e Rominho Moreira (bateria). Nos metais, estão Nemuew Wylk, Fagner Cerqueira e Lucas.

E é assim que nesta sexta-feira tem muita gente cantando por aí: “fim de semana está chegando e eu aqui só ensaiando para curtir”. Quem acompanhou o trabalho da banda nos anos 2000, certamente que lembra de Vibração, uma das canções autorais do grupo.

O clipe, foi gravado no Mercado de Porto. Outra música que conquistou a plateia foi Negro de Alma. Além é claro do repertório primoroso que reproduzia alguma das referências do grupo idealizado e “capitaneado” por Anselmo Parabá. Tem grande nomes da soul music internacional e brasileira.

“A Mandala Soul nasceu em um link com os agentes culturais do Instituto Mandala, organização em que atuávamos também com professores em atividades gratuitas para crianças e adolescentes. Eu tinha um deseja de montar uma banda de soul. E outras pessoas encamparam a ideia, como os músicos Eduardo Lehr, Katiuscia Ribeiro, Rominho Moreira, Henrique Maluf, Roberto Viana e o Fabinho, dentre outros tantos que somaram ao projeto”.

Ele relembra que o primeiro show aconteceu em 2006, no saudoso Cafua, em Chapada dos Guimarães. “Quando a Mandala apareceu, todo mundo achou diferente, porque na cena alternativa o rock prevalecia. Não tinha um projeto de black music”, conta. O último show, traz à memória foi em novembro de 2012. “O mundo estava naquele impasse de que o mundo ia acabar [sorri]. A apresentação foi na Festa do Fim do Mundo”, se diverte.

“Agora, esse reinício foi provocado pelo Danilo Bareiro. Ele é um grande animador cultural”, declara Anselmo. “Vamos voltar com o show Descobridor dos Sete Mares, um tributo que fizemos ao Tim Maia e que rendeu público em vários lugares da cidade, especialmente no Sesc Arsenal em que por duas noites, tivemos ingressos esgotados”.

Danilo, por sua vez, diz que está bastante empolgado com a retomada da banda. “Com o retorno da produtora Elaine Santos, temos planos de retomar também o Instituto Mandala, um projeto social voltado ao ensino da música que se configurou como um importante aliado na educação de crianças e adolescentes de bairros periféricos”.

Mais informações sobre o show pelo (65) 3365-1325.

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