Cultura politiqueira

Políticos de MT dizem que se nomear aliados for crime, não restará um executivo eleito no país

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Alguns políticos de Mato Grosso de Mato Grosso consideram “estranho” o motivo da Operação Capistrium, que afastou o prefeito Emanuel Pinheiro do cargo. A justificativa deles é que dar emprego a indicados de aliados políticos é comum e o combate a esse tipo de ação acabaria com vários governos. 

“Eu não tenho o fundamento todo da operação, mas se for o que tenho visto na mídia, muitos governos em Mato Grosso e no Brasil seriam cassados se o mesmo motivo fosse usado para afastar prefeitos e governadores”, disse o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB). 

O senador Jayme Campos (União Brasil) também já havia dito que estranhou os pedidos do Ministério Público pela mesma ideia de ação comum na gestão pública.

“Se o fato que saiu na imprensa é real, não sobra um prefeito, não sobra um governador no país [por causa de contratação de indicados]. É de prática, principalmente nesse momento de pandemia, o que houve de contratação”, disse Jayme

Fora, a posição já esperada do vice-prefeito Roberto Stopa (PV) que defende Emanuel. Ao tomar posse como interino, na semana passada, ele disse que tinha de 30 a 40 cargos para nomeação de aliados agora exerce a função de prefeito. 

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