Cuiabana lança videoclipe de música inédita que inspira união entre mulheres

‘Sexta-feira’ é o primeiro trabalho autoral lançado pela cantora, compositora e atriz Aranyn Campos, que também dirige o próprio clipe

Viver uma desilusão amorosa nunca é fácil para corações apaixonados. Mas uma nova geração de mulheres vem buscando encarar suas “bads” com leveza, transformando dores em potência, aprendizado, desapego e desconstrução. O certo é que a tão naturalizada rivalidade feminina já não pauta mais suas relações.

É essa a narrativa que a cantora, compositora e atriz Aranyn Campos, natural de Cuiabá (MT), constrói com ‘Sexta-feira’, seu primeiro trabalho autoral na música, lançado com videoclipe disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=mLt2FfjyNEs.

A canção que mistura pop e MPB, com swing marcante, também está disponível nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Music e Tidal).

O enredo audiovisual de ‘Sexta-feira’ ilustra a relação de sete mulheres cujas histórias se conectam através de um mesmo caso amoroso e se fortalecem com a situação contornada de maneira descontraída. Flores e um planner são elementos que ajudam a construir a narrativa do vídeo que aposta em efeitos de edição e paleta de cores em tons pastéis.

A direção do videoclipe é da própria Aranyn, com co-direção da cineasta também cuiabana Carol Morgan. Protagonista de sua própria história, ela dá uma amostra de sua performance como atriz. O clipe conta com a participação da também mato-grossense Jheniffer Emerick.

“Tanto a Jheniffer quanto a Carol são artistas que, como eu, saíram de Cuiabá em busca de profissionalização. A Carol hoje mora em Florianópolis, onde se formou em Cinema pela UFSC, e a Jheniffer mora no Rio de Janeiro, onde também estudou teatro. Da maneira que foi possível, tive a felicidade de trabalhar com mulheres com caminhos similares ao meu, e estamos todas construindo nossos sonhos”, destaca Aranyn.

A canção

‘Sexta-feira’ é um desabafo sobre um relacionamento em que faltou honestidade. “E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que outras tantas mulheres que me rodeiam passaram por situações muito parecidas?”, relata Aranyn: ela e mais seis, todos os dias, sem repetir.

Violões, pianos acústicos, congas, shakers, mesclados a loopins e beats “colorem” o tema, de acordo com a artista: “arranjos, harmonia e melodia foram pensados para trazer certo frescor a uma história triste, dando à música uma pegada dançante”, explica. A produção musical é de Jeff Fing3rs, coprodução de Amos Oliveira e mixagem/masterização de Juliano Valle.

Com o novo trabalho, a artista mato-grossense, que hoje vive em São Paulo (SP), onde a canção e o clipe foram gravados, começa a percorrer um caminho que vem sendo traçado pelas contemporâneas da música brasileira. Artistas que fazem de suas composições e identidades sonoras instrumentos de expressão daquilo que desejam ou já não aceitam mais.

Para a artista, a experiência traduzida na canção expressa reflexões compartilhadas com as demais mulheres sobre o alívio de sair desse tipo de relação. “Por mais que haja sofrimento, insegurança e medo da solidão, reconhecer que merecemos mais e colocar um ponto final nos fez entender sobre o poder que só a gente tem sobre nós mesmas e nossos relacionamentos. Podemos escolher e não apenas esperar que sejamos escolhidas”, constata Aranyn.

Aranyn

Aranyn Campos vive em São Paulo, onde a canção e o clipe foram gravados, desde os seus 18 anos. Confiante de sua vocação, a cuiabana decidiu sair de casa para buscar as oportunidades que, à época, lhe faltaram para se profissionalizar nas artes em Mato Grosso. Na “selva de pedras”, ela estudou Teatro, Canto, Atuação para TV e Cinema e Teatro Musical.

“Me mudei de um lugar em que em cada esquina encontramos um conhecido para outro onde eu literalmente não conhecia ninguém. Me joguei nessa cidade grande e acredito que esse foi um movimento muito importante para entender quem sou”, relata. “São Paulo é uma cidade cheia de informações, referências, opções. Estou sempre em busca do que faz sentido pra mim e vou juntando um pouquinho de cada experiência”.

Aranyn tem sua terra natal Cuiabá como fonte de inspiração. Em projeto viabilizado pela Lei Aldir Blanc em São Paulo, ‘SOLAR’, ela declama e performa sua origem na terra do sol e água doce.

“Sempre que retorno me surpreendo com uma arte que floresce cada vez mais. Me identifico com a energia e riqueza de histórias e projetos locais. Tenho uma vontade muito grande de acompanhar mais de perto essa cena e me conectar com outros artistas da minha terra. Acredito muito nessa troca valiosa e inspiradora”.

Nos últimos três anos, Aranyn aprofundou seus estudos em canto e vem construindo sua identidade artística na música. Nesse processo, a escrita é para ela uma forma de esvaziar a mente e transmitir sua mensagem. “A música autoral é uma oportunidade de passar aquilo que a gente acredita, vive e sonha. É um convite pras pessoas conhecerem um pouco do meu universo”, diz.

 Trabalhos anteriores

Durante o período de isolamento social da pandemia, a artista produziu diversos projetos em seu canal de Youtube, dentre eles o ‘Aranyn Sessions’, interpretando canções de Djavan e Dua Lipa, além de um clássico do blues feminino. Uma live de aniversário realizada junto à ONG Gerando Falcões arrecadou cestas básicas para a famílias em situação de vulnerabilidade.

Aranyn é idealizadora e autora do vídeo-poesia ‘SOLAR’, contemplado em edital da Lei Aldir Blanc 2020. Como atriz, integrou o elenco das séries ‘3%’ e ‘De volta aos 15’, da Netflix, e ‘Aruanas’, da Globoplay, além de diversas campanhas publicitárias para as marcas Intimus, Leroy Merlin, Avon e Banco do Brasil.

Seviço

  • Sexta-feira’ por Aranyn Campos
  • Videoclipe disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=mLt2FfjyNEs.
  • O single também está disponível nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Music e Tidal).

(Com informações da Assessoria)

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