Comércio de Cuiabá começa a reabrir a partir da semana que vem

Varejistas e atacadistas poderão reabrir as portas e funcionar em horário reduzido entre 10h e 16h

(Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação)

Varejistas e atacadistas de Cuiabá poderão reabrir as portas. O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), autorizou a reabertura gradativa do comércio na capital. Os estabelecimento devem voltar a funcionar partir da próxima segunda-feira (27), entre as 10h e 16h.

As normas a serem seguidas constam em um novo decreto assinado pelo gestor nesta segunda-feira (20).

Como condição para a reabertura, porém, regras de biossegurança devem ser seguidas. O setor havia sido proibido de funcionar por causa da pandemia de coronavírus.

Antes de voltar ao funcionamento, as entidades que representam o setor deverão assinar um termo de compromisso. De acordo com a prefeitura, a ideia é garantir que as orientações sanitárias e de biossegurança sejam seguidas.

Entre elas, os lojistas deverão:

  • Controlar o acesso do público, permitido o acesso de uma pessoa a cada 10m² ;
  • disponibilizar álcool em gel para esterilização dos clientes;
  • oferecer máscara aos funcionários;
  • funcionar com 50% da capacidade habitual;
  • estabelecer turnos de trabalhos aos funcionários;
  • diminuir o uso de ar-condicionados noa ambientes;
  • vedar o uso de provadores;
  • afastar funcionários em grupos de risco, sem prejuízo de salário.

Alguns estabelecimento, entretanto, terão normas especificas. É o caso de conveniências de postos de gasolina e distribuidoras de bebida. Elas poderão funcionar das 8h às 19h, de segunda a sexta-feira, e das 8h às 13h, aos sábado, domingos e feriados. Os produtos, porém, não poderão ser consumidos no local.

Já os prestadores de serviço em geral podem retomar as atividades a partir do dia 4 de maio. O horário de funcionamento deve ser entre 8h e 14h.

Outros setores

Outros setores como shoppings, restaurantes e bares, atividades industriais e academias ainda não poderão reabrir. Segundo o prefeito, esses estabelecimentos oferecem maior risco de contágio.

Contudo, a situação pode ser revista após o dia 10 de maio. O prazo leva em consideração a experiência de países que já passaram pelo momento de pico da doença.

“É um prazo de 49 dias para reavaliar a situação com base em números e considera o primeiro caso confirmado no local. Fazendo as contas, aqui daria no dia 10 de maio”, explicou Pinheiro.

Até a data, Pinheiro se comprometeu a dialogar com os setores.

Feiras livres, ambulantes, bailes, sessões de cinema e festas em casas noturnas também continuam suspensas.

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