Cuiabá e VG: três escolas estaduais suspendem as aulas por conta da covid

Funcionários testaram positivo e, agora, os profissionais e alunos que tiveram contato com os infectados passarão por testagem

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre )

Pelo menos três escolas estaduais de Cuiabá e Várzea Grande suspenderam as aulas presenciais por conta da confirmação da covid em alunos e professores nesta terça-feira (10). A paralisação temporária acontece uma semana depois das unidades públicas estaduais retomarem as atividades no sistema híbrido, com o revezamento dos alunos em forma de escala.

A Escola Estadual Souza Bandeira, localizada na avenida Fernando Correa da Costa, distribuiu um comunicado de que as aulas serão suspensas nesta terça-feira(10) porque foram confirmados dois casos de covid na unidade. O prédio passará por desinfecção e todos os professores passaram por testagem.

Segundo o comunicado da escola, os grupos de alunos que tiveram contato com os infectados serão informados para também fazerem a testagem.

Situação semelhante foi vivenciada na Escola Estadual Heliodoro Capistrano da Silva, no bairro Parque Cuiabá. Lá, um funcionário da escola testou positivo para a covid e as aulas foram suspensas por hoje. Segundo o comunicado da direção escolar, outros esclarecimentos serão feitos pelos grupos de WhatsApp da escola.

Outra escola que também emitiu comunicado aos pais foi a Jaime Veríssimo de Campos, a “Jaiminho”, em Várzea Grande.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Valdeir Pereira, afirma que a situação já era prevista e foi resultado da falta de condições sanitárias para a retomada às aulas.

Ele afirmou ainda que a entidade protocolou um ofício junto à Seduc-MT, Seplag e Casa Civil, exigindo a testagem em massa da comunidade escolar e de maneira constante.

“Sabemos que alguns casos são assintomáticos e sendo assim, uma pessoa infectada pode estar dentro da escola espalhando o vírus para muitos outros, gerando a explosão de casos de Covid”, afirmou.

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O que diz a Seduc?

A equipe de O LIVRE entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Seduc e até agora não obteve retorno. O espaço continua aberto para manifestações.

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