Cuiabá adota “kit covid” e distribuição gratuita será só com prescrição

Pacote de medicamento será composto por ivermectina, azitromicina e um antialérgico e deverá ter recomendação urgente

(Foto: Divulgação)

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) instituiu nesta quinta-feira (25) o “kit-covid” no protocolo de tratamento de casos leves da doença. O pacote de medicamento será composto por ivermectina, azitromicina e um antialérgico. 

O uso e a distribuição serão discriminados em portaria específica da Secretaria de Saúde de Cuiabá nos próximos dias. Mas já está estabelecido que a liberação gratuita só será feita mediante prescrição médica. 

“Houve divergência dos médicos do Comitê Municipal de Enfrentamento Novo Coronavírus, mas estamos vendo que o kit está dando certo no Amazonas, no Pará e no Amapá. Então, por que não usar aqui?”, disse Pinheiro. 

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Segundo o prefeito, os médicos que compõem o comitê participaram de reunião com representantes dos três Estados que serviram de base para a definição do kit de Cuiabá.  

A falta de consenso entre especialistas sobre o uso dos medicamentos do kit covid vem do receio quanto aos efeitos colaterais no organismo. Por isso, segundo Emanuel Pinheiro, a inclusão do antialérgico no modelo cuiabano. 

“Nós queremos salvar a vida da população e não causar a morte por medicamento, por isso estamos também incluindo um antialérgico, por questão de reação à ivermectina e à azitromicina”, afirmou. 

Nesta quarta-feira (24), o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, disse que o kit também foi chancelado pelo governo de Mato Grosso para tratamento dos casos leves. 

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