CPI dos Maus-Tratos vai investigar caso de bebê indígena enterrada viva

    Segundo a polícia, bisavó e avó, que estão presas, premeditaram e planejaram enterrar a criança

    (Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

    O senador José Medeiros (Pode-MT) afirmou que a CPI dos Maus-Tratos vai realizar diligência nos próximos dias em Cuiabá, para investigar o caso de bebê indígena enterrada viva.

    “Estamos diante de um tremendo absurdo! Um fato lamentável e que não ficará impune por esta CPI. Essa e outras denúncias serão investigadas por mim e pelo senador Magno Malta, na diligência que faremos em Mato Grosso”, afirmou.

    A indiazinha foi resgatada e sobreviveu após ficar enterrada seis horas, mas ainda vive um estado grave de saúde, internada na UTI da Santa Casa de Cuiabá. Segundo a polícia, bisavó e avó, que estão presas, premeditaram e planejaram enterrar a criança. Elas não aceitavam a bebê por ser filha de mãe solteira e pai de outra etnia. O Ministério Público Estadual(MPE) já denunciou elas por tentativa de homicídio.

    Medeiros é relator da CPI dos Maus-Tratos de adolescentes e crianças em todo o país, Magno Malta é o presidente. “Todos os dias chegam as mais diversas denúncias aos canais de comunicação e redes sociais do Senado Federal. Estamos num intenso trabalho de punir todos os culpados por maus-tratos. A nossa máxima é criança nasceu para ser amada, e não para ser abusada. Essa é a nossa luta!”, enfatizouJosé Medeiros.

    Os trabalhos da comissão foram prorrogados até 18 de agosto de 2018, onde deverá ser lido o relatório do senador de Mato Grosso. O caso da indiazinhaaconteceu em Canarana, município mato-grossense a 838 quilômetros da capital.

    (Com Assessoria)

    Use este espaço apenas para a comunicação de erros





    Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

    DEIXE SEU COMENTÁRIO

    Por favor digite seu comentário!
    Por favor, digite seu nome aqui

    Artigo anteriorEm busca de um “nome fraco”
    Próximo artigoSTJ nega liberdade ao deputado Mauro Savi; Assembleia também recorre