CPI da Rota do Oeste

Deputados querem saber por que empresa, com lucro de R$ 500 milhões ao ano, não executam serviços na BR-163

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

A Assembleia Legislativa avalia instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o contrato da concessionária Rota do Oeste de exploração de serviços na BR-163, em Mato Grosso. 

Deputados alegam que empresa arrecada R$ 500 milhões ao ano, mas não executa serviços de manutenção e extensão de asfaltamento da rodovia federal previstos em contrato.  

A polêmica em torno de falta de serviços da concessionária vem sendo levantada há alguns meses. Hoje (8), alguns deputados consideram a situação “estranha” e “pode estar beneficiando alguém”.  

A instalação da CPI aguarda um pedido de tempo feito pelo deputado estadual Gilberto Cattani (PSL), que tenta conversar com a direção da Rota do Oeste. 

Outro lado

Em contato com o LIVRE, a Rota do Oeste informou que “o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), parte importante da solução para retomada das obras de duplicação na BR-163/MT, segue seu curso administrativo na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)”.

Segundo a Rota do Oeste, “não há risco de perda de validade do documento antes da assinatura pelas partes, que deve ser efetivada após aprovação de seu conteúdo final pela diretoria do órgão federal”.

A Concessionária ressalta ainda que confia na efetivação da proposta pela Agência e acredita que esta é uma solução melhor para os usuários da rodovia. “Independentemente da data exata de assinatura, o reinício das obras para o próximo período seco não se altera”, afirmou a Rota do Oeste.

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