CPI da renúncia fiscal é suspensa

Parlamentares não conseguiram contratar equipe técnica para auxiliar as investigações

(Foto: Fablício Rodrigues / ALMT)

A recém-criada Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Wilson Santos (PSDB), foi suspensa provisoriamente por falta de uma equipe técnica para auxiliar as investigações.

A suspensão foi decidida por unanimidade pelos membros da comissão, durante reunião no final da tarde desta quinta-feira (25).

Ainda não há previsão para o retorno das atividades, já que os parlamentares não conseguiram desde o dia 12 de março – data da criação da CPI – contratar uma equipe capacitada para orientar os trabalhos.

O regimento interno da Casa diz que a comissão teria o prazo de 180 dias para concluir as investigações. Com a suspensão, este prazo também permanece suspenso. A decisão deve ser oficializada em publicação no Diário do Legislativo dos próximos dias.

Cabe lembrar que nesta semana a CPI da Renúncia Fiscal ouviu o empresário do ramo de combustíveis, Aldo Locatelli, que chegou a afirmar aos parlamentares que o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção que teria sede em São Paulo, supostamente utilizaria postos de combustíveis para lavar dinheiro oriundo de outras práticas criminosas.

Além de Wilson, compõem a comissão os deputados Carlos Avalone (PSDB), como vice-presidente; Ondanir Bortolini – Nininho (PSD), como relator; Max Russi (PSB) e Janaína Riva (MDB), ambos na condição de membros.

 

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