Covid-19: casos e mortalidade não aumentam pela primeira vez no ano

Apesar da queda, Mato Grosso ficou entre os Estados com as maiores incidências dos indicadores analisados

Mulher usa máscara de proteção na Central do Brasil, no centro do Rio 17/03/2020 REUTERS/Ricardo Moraes

Pela primeira vez em 2021, as taxas de contaminação e de mortalidade por covid-19 não tiveram aumento em nenhum Estado brasileiro. A informação é da Fiocruz, que analisou os indicadores de todo o país entre 20 de junho e 3 de julho.

Segundo a instituição, a média de desaceleração é de 2% ao dia, tanto no número de casos novos quanto no de óbitos. E o avanço na vacinação é o principal fator para a queda.

“As vacinas são efetivas na prevenção de casos graves e estão cumprindo bem esse papel”, aponta a Fiocruz.

Porém, ainda existem desafios logísticos a serem vencidos, segundo a instituição. Um deles – se não o maior – é garantir a cobertura vacinal na população entre 30 e 59 anos, o maior estrato populacional do Brasil.

Além disso, “é importante reconhecer situações específicas de vulnerabilidade, como a população de gestantes, população rural e periférica, mais jovem que a média nacional”.

Em Mato Grosso…

Apesar do avanço nacional, o estudo aponta que Mato Grosso continua com os índices altos, mesmo apresentando queda.

No Estado, a incidência de casos caiu 2,7% no período analisado e ficou em 37,3. Isso quer dizer que a cada 100 mil habitantes, 37 casos da doença são registrados.

Já a taxa de mortalidade caiu 0,8% e ficou em 1,0, atrás apenas de Mato Grosso do Sul (1,5), São Paulo (1,2) e Paraná (1,1).

“É fundamental que se mantenham medidas de distanciamento físico, uso de máscaras, cuidados com a higiene das mãos. É fundamental que as pessoas se vacinem, conforme o calendário dos seus municípios, sabendo que todas as vacinas disponíveis têm produzidos excelentes respostas”, ressalta a Fiocruz ao apresentar os dados.

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