A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM) definiu tolerância zero contra as aglomerações durante o combate ao novo coronavírus.
Lucimar afirma que as autoridades municipais estão atentas a todos os fatos e irão continuar usando do poder de polícia para fechar aglomerações de pessoas sem justificativa plausível e necessária.
O presidente do Comitê de Enfrentamento de Várzea Grande, Kalil Baracat, secretário de Governo, sinalizou que a crise é grande, demanda decisões, mas, principalmente resultados.
“Não será admitida nenhuma aglomeração a não ser as previstas em ações voltadas para atendimento a população, portanto, lojas, comércios, industrias terão que se adequar a essa nova realidade, fechar suas portas e contribuir para que o melhor na proteção geral de todos e para que o quanto antes o Coronavírus deixe de existir entre nós ou possa ser tratado e combatido”, disse o secretário.
Flexibilização
Apesar do rigor contra aglomerações, a chefe do Poder Executivo municipal editou um decreto neste sábado (21), adotando medidas de quarentena com base na Medida Provisória 926/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro.
A decisão foi por garantir maior flexibilização para aquisição de bens, serviços e insumos destinados à saúde para o enfrentamento do novo coronavírus.
“Existem muitas decisões sendo tomadas e isto acaba, ao nosso ver provocando conflitos de interpretação. Decidimos centralizar nossas decisões, sem abrir mãos de nossa prerrogativas enquanto Poder Executivo”, disse a prefeita.
A procuradora-geral de Várzea Grande, Sadora Xavier lembrou que ao aderir as decisões presidenciais, Várzea Grande dá segurança jurídica não apenas ao poder público municipal, mas também a iniciativa privada e setores da economia que precisam ser resguardados sob pena de termos maiores problemas a serem enfrentado por causa da crise.
“Segurança jurídica será fundamental neste momento de dificuldades e atribulações para que amanhã as coisas aconteçam dentro da normalidade e sem prejuízos para ninguém, nem sociedade, nem população, nem poder público”, disse Sadora Xavier.




