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Consórcio supera marcas de vendas com 4,17 milhões de cotas e de negócios com R$ 354 bilhões em 11 meses

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O Sistema de Consórcios registrou, mais uma vez, o maior volume de vendas ao cravar 4,17 milhões de cotas, no acumulado de onze meses. O avanço de 7,8% sobre os 3,87 milhões anteriores esteve no intervalo entre 6% a 8% da projeção feita no final de 2023 pela assessoria econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

De janeiro a novembro, a somatória dos negócios realizados, a partir das cotas comercializadas, alcançou R$ 354,13 bilhões, 20,6% maior que os R$ 293,62 bilhões de um ano atrás.

O volume de adesões teve sua base formada por 1,64 milhão de cotas de veículos leves; 1,23 milhão de motocicletas e motonetas; 924,92 mil de imóveis; 221,59 mil de veículos pesados; 115,25 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 48,42 mil de serviços.

Por decorrência, o total de consorciados ativos continuou crescendo e bateu novo recorde em novembro. Com 11,22 milhões de participantes ativos, o Sistema de Consórcios progrediu 9,1% sobre os 10,28 milhões daquele mês em 2023.

No acompanhamento mensal da assessoria econômica da Abac, iniciado em janeiro de 2022, a soma de integrantes anotava 8,21 milhões. Em novembro deste ano, a totalidade quebrou mais um recorde ao chegar a 11,22 milhões. Concluídos trinta e cinco meses consecutivos de constante crescimento, o acréscimo foi de 36,7%. A um mês de completar três anos, houve apenas uma retração em abril de 2023.

No conjunto de setores onde o consórcio está presente, a divisão por bens e serviços apresentou altas em quatro setores: 22,8% nos imóveis; 11,7% nos veículos pesados; 8,1% nos veículos leves; e 7,3% em motocicletas. Aqueles, nos quais aconteceram retração, foram: serviços, com -32,7%, e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com -15,8%.

Nos seis segmentos econômicos do Sistema de Consórcios, o total de cotas ativas ficou assim disposta:

  • 43,0% em veículos leves;
  • 27,4% em motocicletas;
  • 18,7% em imóveis;
  • 7,7% em veículos pesados;
  • 2,1% em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis;
  • e 1,1% em serviços.

No décimo primeiro mês do ano, o tíquete médio do Sistema de Consórcios foi R$ 95,58, 13,9% superior aos R$ 83,93 anotados no mês de novembro do ano passado.

Na relação nos últimos cinco anos, o tíquete médio demonstrou expansão nominal de 49,9% entre os valores médios considerados somente os meses de novembro. Ao descontar a inflação (IPCA) de 29,9% do período, na relação da diferença dos R$ 63,78 mil, em 2020, para os R$ 95,58 mil, em 2024, houve valorização real de 15,4%.

O crescimento nominal de 49,9% do tíquete médio, ao longo dos últimos cinco anos, pode ser creditado a várias razões, em especial o aumento gradativo da renda do brasileiro que continua sendo o diferencial no Sistema de Consórcios.

A renda média mensal domiciliar per capita do brasileiro em 2023 foi de R$ 1.848, o maior valor, até à época, registrado no país. Esse valor representou um aumento de 11,5% em relação a 2022, quando a renda média era de R$ 1.658. Já no primeiro trimestre de 2024, a renda habitual média dos brasileiros foi de R$ 3.137,00, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em paralelo, nos últimos doze meses, a inflação acumulada foi de 4,84%, com o IPCA avançando 0,39% em novembro, ultrapassando novamente o teto da meta, 4,50%, estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional.

O acumulado de consorciados contemplados atingiu 1,56 milhão, 4,7% maior que os 1,49 milhão verificados nos comparativos entre as somatórias de janeiro a novembro de 2024 e 2023.

Nas segmentações das contemplações, ocorridas por sorteio ou por lance, nos onze meses, houve:

  • 647,47 mil de motocicletas;
  • 637,80 mil de veículos leves;
  • 103,54 mil de imóveis;
  • 82,83 mil de veículos pesados;
  • 52,85 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e
  • 32,46 mil de serviços.

A liberação de créditos para os consorciados contemplados atingiu R$ 91,03 bilhões, no período. Potencialmente injetados nos segmentos da economia nos quais o mecanismo está presente, o que correspondeu a aumento de 17,8% sobre os R$ 77,29 bilhões anteriores.

O consórcio na última década

Na última década, ao chegar no novo recorde de 11,22 milhões de participantes ativos, registrados no mês de novembro deste ano, todas as marcas anotadas naquele mês de 2015 a 2023 foram superadas. De 2015 a 2024, houve evolução de 57,4%.

Na venda de cotas, acumuladas de janeiro a novembro durante os últimos dez anos, observou-se que a soma deste ano, com 4,17 milhões de unidades comercializadas, foi a maior do período. De 2015 a 2024, houve progresso de 94,0%.

Paralelamente, na totalização de consorciados contemplados, nos mesmos onze meses, também na mesma década, confirmou-se que o 1,56 milhão, foi o resultado com melhor performance no período.

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