Comparação nas redes sociais

Entenda como o uso excessivo das redes sociais pode afetar sua vida

(Foto: Reprodução/Pixabay)

Nunca o ato ou efeito de comparar afetou tanto a saúde mental das pessoas. Em tempos de pandemia o que antes ficava evidente num sentimento de angustia agora passou para uma inquietação  generalizada.

Com isso casos de ansiedade e depressão ficaram evidentes e o que antes era chamado de simples comparação nas redes agora era problema de saúde mental.

Mas é aí você acredita que a comparação nas redes sociais é prejudicial?

Antes do covid-19 estávamos tão acostumados a irrealidade das redes e o consumo excessivo de produtos que não conseguimos identificar o quanto nocivas elas podiam ser.

Algumas redes que tem tendência de forjar uma perfeição aonde não existe. Quantas vezes encontramos pessoas que eram uma coisa no post e outra na real.

Muita gente acredita que a tecnologia é a mãe dos estragos da comparação, mas de fato a responsabilidade não é dela. Somos nós que devemos fazer a curadora das informações que recebemos todos os dias, seja ela pela rede social ou pela na vida real.

Segundo Alan Barros, escritor do livro Tenho depressão e agora? As redes sociais não são vilãs. Elas são ferramentas e todos danos gerados por ela vêm das pessoas”

Quem faz a comparação com o outro somos nós. É nesse ato que sentimos raiva, inveja, angustia ou insatisfação.

Sabendo que o diagnostico de quem tem depressão e ansiedade é feito somente pelo medico, devemos nos desconectar um pouco da vida digital e nos conectar a vida real para explorar o  nosso melhor.

A melhor maneira de lidar com a comparação nas redes é se conectar a pessoas mais reais, produtos mais verdadeiros e empresas mais transparente, porque quem se compara, sofre.

Por: Maria Augusta Ribeiro. É especialista em #Netnografia e Comportamento de consumo digital no Belicosa.com.br (clique para acessar)

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