Comissão de Anistia nega indenizar Dilma em R$ 10,7 mil mensais por suposta perseguição na Ditadura

De acordo com a Comissão, a petista já é indenizada pelo Rio Grande do Sul e não há motivos para acumular mais um benefício

(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Por unanimidade, a Comissão de Anistia negou um pedido da ex-presidente Dilma Rousseff para uma indenização de R$ 10,7 mil mensais. A decisão foi divulgada nessa quinta-feira (28), pela comissão.

De acordo com os membros da comissão, Dilma não pode receber uma indenização federal, já que já recebe outras indenizações pelos estados de RS, RJ e SP por supostamente ter sido perseguida durante o período da Ditadura.

Outras indenizações

Apesar de não ter conseguido pleitear a indenização federal, Dilma recebe ao menos 3 indenizações pela suposta perseguição no período militar.

A petista chega a receber mensalmente o valor total de R$ 72 mil em indenizações estaduais de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Presa na ditadura

Dilma Rousseff cursava economia em Minas Gerais durante os anos 60 quando entrou na luta armada e passou a defender pautas de extrema esquerda.

Após episódios de violência pelos guerrilheiros, Dilma chegou a ser presa e foi supostamente torturada pelo regime militar.

Defesa da petista

Os advogados de Dilma afirmam que a vida da petista foi prejudicada durante o período militar.

Na época, Dilma chegou a abandonar o curso de Economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com medo de ser presa.

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