Começa julgamento de gerente de fazenda que matou procuradores

Crime aconteceu em 2016, depois que vítimas desconfiaram que funcionário estava roubando gado

(Foto: Divulgação/TJMT)

Previsto para durar três dias, teve início, na manhã desta terça-feira (6), o júri popular de José Bonfim Alves Santana, réu confesso pelo duplo homicídio triplamente qualificado dos procuradores de Justiça Saint’Clair Martins Souto e Saint’Clair Diniz Martins Souto, pai e filho.

O caso é julgado no Fórum de Vila Rica (1.259 km de Cuiabá), conduzido pelo juiz Ivan Lúcio Amarante. Também participam os promotores de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque, de Vila Rica, e Marcelo Rodrigues Silva, de Porto Alegre do Norte.

José Bonfim era gerente da Fazenda Santa Luzia, na zona rural do município, e confessou ter assassinado os patrões. O crime aconteceu em setembro de 2016 e os procuradores desconfiavam que o funcionário estava furtando e revendendo gado.

Julgamento está previsto para durar 3 dias e acontece no Fórum de Vila Rica (Foto: Divulgação/TJMT)

Devido à repercussão do caso e o tamanho da sala de julgamento, apenas 60 pessoas foram autorizadas a assistir o júri. Todas fizeram a inscrição previamente, conforme determinação do magistrado.

O depoimento mais relevante será do delegado Gutemberg de Lucena Almeida, autoridade policial responsável pelas investigações do crime à época.

No júri de hoje, há a possibilidade de transmissão do interrogatório do réu feito pela Polícia Civil do Tocantins, onde José Bonfim foi preso.

(Foto: Divulgação/TJMT)

Das testemunhas arroladas pela defesa, cinco não foram localizadas e uma foi dispensada, conforme consta na consulta pública aos últimos andamentos do processo. Da parte do Ministério Público, foram dispensadas três testemunhas.

As testemunhas que não moram na comarca não são obrigadas a comparecer ao julgamento. Já as pessoas que moram em Vila Rica e foram intimadas por qualquer uma das partes podem ser convocadas a depor. Caso se recusem, não é descartada a possibilidade de condução coercitiva.

(Com assessoria)

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