Com ajuda, Hya dá os primeiros passos; ela passará por cirurgia na 2ª feira

Ela passará por cirurgia no ombro direito para colocar uma placa a fim de corrigir uma fratura, mas continua na UTI em observação

Hya vai precisar de cirurgias nos braços, porém, risco de amputação é descartado

Com a ajuda da fisioterapeuta, a jovem Hya Giroto Santos, 21, nesta sexta-feira (05) deu os primeiros passos depois de um período considerável. Ela também se alimenta sem sonda e na segunda-feira (07) vai passar por uma cirurgia no ombro direito para colocar uma placa a fim de corrigir uma fratura, mas continua na UTI em observação.

As informações são do irmão de Hya, Leandro Giroto Santos, que tem acompanhado diariamente os avanços da irmã.

Uma corrente de orações tem se formado pela recuperação de Hya. Ela é única sobrevivente do acidente que vitimou seus amigos Myllena de Lacerda Inocêncio, 22, e Ramon Alcides Viveiro, 25, a jovem Hya Giroto Santos, 21.

Ela acordou do coma induzido na segunda-feira (31.12), mas ainda não consegue se lembrar do triplo atropelamento que chocou a população de Cuiabá. A mãe passou o Réveillon a seu lado, no Hospital Geral, onde ela segue internada.

Em contato anterior, Leandro contou ao LIVRE que Hya teve que nesta semana o tubo de oxigênio foi retirado, mas por conta de uma pneumotórax – presença de ar nos pulmões – Hya está usando um dreno. Havia líquido nos pulmões também.

A intervenção cirúrgica da segunda-feira (07) é resultado de uma série de avaliações feita nesta semana, como radiografias dos braços. Já não há mais risco de a jovem ter membro amputado.

“Ela ficou muito nervosa depois que acordou e teve que ser levemente sedada, mas já está melhor, falando pouco e falando baixinho. Só lembra que estava na casa de shows, não se lembra do acidente. Não contamos nada sobre os amigos Myllena e Ramon, para preservá-la nesse primeiro momento”, disse ao LIVRE.

Segundo Leandro, a família da motorista que atropelou os três jovens, Rafaela Screnci, tem auxiliado no tratamento de Hya.

A amiga Myllena morreu na hora e, cinco dias depois, foi Ramon quem não resistiu aos ferimentos. Seus órgãos foram doados.

Madrugada fatídica

acidente aconteceu na madrugada do domingo (23.12), na Avenida Isaac Povoas, no Centro de Cuiabá, em frente à boate Valley Pub, de onde as vítimas Myllena, Ramon e Hya tinham acabado de sair, por volta das 5h30.

A motorista Rafaela Screnci, professora de Biologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atropelou os jovens e todos foram arremessados. Myllena caiu na frente do Renault Oroch dirigido pela bióloga e foi atropelada novamente.

A professora parou poucos metros depois, em frente à barraquinha do Zé Dog, onde foi presa. Ela passou por uma audiência de custódia, pagou fiança de R$ 9.540,00 e está em liberdade.

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