Cinco fatos pouco divulgados sobre a ministra Damares Alves

Confira uma lista de curiosidades pouco conhecidas sobre a nova ministra dos Direitos Humanos

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A ministra das Mulheres, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, tornou-se motivo de inúmeras polêmicas – e também alvo de muitos boatos maldosos – desde que foi anunciada como ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos. Pastora evangélica e advogada com uma extensa carreira, a ministra se caracteriza por frases muitas vezes consideradas polêmicas e distantes do tão famigerado “politicamente correto”.

Damares  é filha de um pastor e de uma dona de casa e cresceu no estado do Sergipe, tendo morado em várias cidades pelo Nordeste durante a juventude. Damares, hoje com 54 anos, viveu uma história que pode ser considerada instigante para a maioria das pessoas, antes de se tornar ministra.

Pensando em contar mais sobre ela que assumiu um ministério que une outras pastas e secretárias antes distintas, o LIVRE separou uma lista com 5 fatos pouco divulgados sobre a ministra. Confira!

1) Sofreu abuso sexual durante a infância

Damares sofreu inúmeras violências sexuais, sendo a primeira delas com apenas 6 anos de idade. Os abusos foram frequentes até os 8 anos de idade, por um pedófilo que a ameaçava matar seu pai. O abusador era o pastor de sua família – e o criminoso se aproveitou da confiança que seus familiares tinham nele para estuprar repetidas vezes a menina.

2) Pensou em suicídio

Por causa de sua criação rigorosa e evangélica, Damares começou a se culpar pelos abusos sexuais que sofreu. Aos 10 anos de idade, Damares considerou tirar a própria vida por considerar que não entraria no Paraíso, por não ser mais virgem. Ela chegou a subir em um pé de goiaba no quintal de sua casa e pretendia acabar com sua vida tomando veneno de rato.

Em entrevista à Rádio Jovem Pan, Damares contou que desistiu de se matar depois que teve uma experiência religiosa, na qual teria visto Jesus Cristo – ocasião em que Ele teria explicado que não era ela a culpada pelo abuso que havia sofrido.

3) Tem um trabalho voluntário na defesa das mulheres

Damares advoga voluntariamente há mais de 30 anos para mulheres que sofrem violência doméstica e abuso sexual. Além da advocacia pro bono, Damares também é criadora do movimento Flores de Aço, ação que busca empoderar e desenvolver mulheres através do empreendedorismo, dando a elas mais autoconfiança e independência.

4) Adotou uma menina indígena

Há 13 anos Damares adotou uma menina, pois sempre teve o sonho de se tornar mãe. Devido aos abusos sexuais durante a infância, ela perdeu a capacidade de engravidar. Antes de ser adotada por Damares, a menina, que é de uma etnia indígena, tinha sido vítima de uma tentativa de infanticídio na sua própria tribo.

5) Luta para que usuários deixem as drogas

Damares também é coordenadora Movimento Brasil Sem Drogas, instituição que visa a levar cidadania para ex-usuários de drogas, além alertar a população sobre as consequências físicas e psicológicas decorrentes do uso de drogas.

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