Cidades de MT receberão R$ 173 mil para identificar e cuidar de cidadão albinos

No total, 12 cidades mato-grossenses foram contempladas pelo programa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

(Foto: Pixabay)

Doze cidades de Mato Grosso vão receber do governo federal entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para que ampliem as políticas e ações públicas voltadas a atender pessoas portadoras do albinismo.

O dinheiro virá do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que, no total, vai investir R$ 7,1 milhões nessa causa.

Atualmente, os brasileiros albinos são estimados em, aproximadamente, 21 mil pessoas.

As cidades contempladas são aquelas que, nos últimos quatro anos, registraram atendimento de pessoas albinas em serviços da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em Mato Grosso serão contempladas:

  • Alto Garças – R$ 15 mil
  • Araputanga – R$ 15 mil
  • Bom Jesus do Araguaia – R$ 15 mil
  • Campo Novo do Parecis – R$ 15 mil
  • Chapada dos Guimarães – R$ 15 mil
  • Cuiabá – R$ 10 mil
  • Juara – R$ 15 mil
  • Lucas do Rio Verde – R$ 15 mil
  • Mirassol D’Oeste – R$ 15 mil
  • Primavera do Leste – R$ 15 mil
  • Querência – R$ 15 mil
  • Tangará da Serra – R$ 13 mil

A ideia do governo federal é que essas cidades ampliem o cadastro dessa população, assim como as ações necessárias com a saúde delas. Atualmente, cerca de 95% dos atendimentos entre os albinos ocorre em hospitais e emergências.

O critério para a distribuição do dinheiro foi o tamanho das populações. Cidades com até 100 mil habitantes receberam R$ 15 mil. As com até 300 mil, R$ 13 mil e as com mais de 300 mil moradores ficaram com R$ 10 mil.

Sobre o albinismo

O albinismo é uma condição rara é herdada geneticamente. Ela causa problemas na síntese da melanina, produzindo pouca ou nenhuma quantidade ou falha em sua distribuição. Com isso, a pessoa tem hipopigmentação da pele, pelos, cabelos e olhos.

A falta de melanina pode provocar baixa visão, problemas e lesões de pele, queimaduras solares e fotoenvelhecimento. O albinismo acomete todas as raças em todo o mundo, independentemente do sexo, etnia ou condição social.

(Com Assessoria)

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