China reduz em 14,7% importações de soja no primeiro semestre

A redução da demanda resulta da Febre Suína Africana que já dizimou mais de 4,1 milhões de animais no país

Foto: Tania Rêgo/Ag Brasil

No primeiro semestre deste ano as importações chinesas de soja ficaram 14,7% menores se comparado com o mesmo período do ano anterior, segundo o Imea. A redução da demanda resulta do surto da Febre Suína Africana (FSA), que segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), já dizimou mais de 4,1 milhões de animais, nos últimos meses.

De acordo com a Administração Geral das Alfândegas da China (GAAC), o volume de soja importado pelo país, em junho, totalizou 6,51 milhões de toneladas.

Contudo, embora as compras de soja tenham diminuído, as exportações mato-grossense do cereal para o país, recuaram apenas 0,56% no primeiro semestre de 2019, ante o mesmo período de 2018.

“Essa pequena variação é justificada pelo grande volume embarcado em fevereiro de 2019, que compensou os meses que apresentaram queda”, explica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Gráfico: Imea

O Imea ressalta que os meses de maio e junho mostraram forte recuo nos envios à China ante 2018, apresentando quedas de 33,3% e 21,7%, respectivamente.

Sem sinais de controle da doença, a tendência é que as exportações de soja mato-grossense para China fiquem em 2019 abaixo do observado no ano passado.

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