Chefe da Casa Civil anuncia mais exonerações e diz que governo deve superar meta de reduzir 3 mil funcionários

Mauro Carvalho diz que o "dever de casa" é grande para atingir o equilíbrio do caixa do Estado

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Com a aprovação do pacote fiscal do Governo de Mato Grosso pela Assembleia Legislativa, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, declarou que nos próximos dias serão oficializadas mais exonerações de funcionários públicos.

Ele disse ainda acreditar que o Executivo Estadual deve superar a meta de reduzir 3 mil pessoas em 2019, entre comissionados e contratados, estipulada pelo governador Mauro Mendes (DEM) ainda durante a campanha eleitoral.

“Cada secretário está seguindo à risca a orientação do governador para redução de custos. Ainda temos muitas exonerações a serem feitas, os secretários estão terminando de conhecer as pastas e se adequando à reforma administrativa e nesses próximos dias vamos ter várias exonerações. Isso está sendo feito, principalmente, pela Educação, onde devemos reduzir drasticamente o número de contratados”, ressaltou Carvalho, em entrevista ao LIVRE.

O secretário-chefe ressaltou que demitir pessoas não é mérito, mas é o necessário no momento. “Demitir é triste, mas infelizmente ou fazemos isso ou não vamos atingir o nosso equilíbrio fiscal e financeiro. As demissões fazem parte dos ajustes que devemos cumprir em 2019”.

Segundo ele, com a sanção das leis aprovadas pelos deputados, a missão agora é implantar todas as medidas previstas em cada uma delas.

“O dever de casa é grande agora para atingir o equilíbrio do caixa, é o que procuramos daqui para frente. Acreditamos que esse primeiro semestre ainda será de dificuldades com relação a salários e fornecedores, mas também acreditamos que no prazo de um ano vamos encontrar esse tão sonhado equilíbrio”.

Mauro Carvalho pontuou ainda que em breve o governo terá os números que representam as reduções que estão sendo realizadas. “A grande cobrança do governador tem sido para cortes em toda parte de gostos com custeio do governo. A revisão e renegociação de todos os contratos, redução de veículos, gastos com combustível, energia elétrica, telefonia. Essa cobrança é feita todos os dias aos secretários”.

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