Central para atendimento a pacientes de covid-19 estará pronta até dia 20

A central deverá ter 180 leitos clínicos e 30 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)

Foto: Ednilson Aguiar / O Livre

O governo de Mato Grosso projeta inaugurar até o dia 20 deste mês a central médica, anexa ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que atenderá pacientes graves da covid-19.  

A data já tem dilatação de ao menos sete dias do prazo original de duas semanas, anunciado no dia 23 de março, para a colocar a central em funcionamento. 

“Nós estamos trabalhando em um ritmo acelerado, trabalhando dia e noite para que até o próximo o dia 20, mais ou menos, nós possamos estar com as instalações novas prontas, já em condições de receber os equipamentos, mobiliários e estacionamento”, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo. 

Hoje (6) pela manhã, o governador Mauro Mendes e o secretário participaram de uma visita ao local onde a central está sendo instalada. Dois de cinco barracões estão na fase do esqueleto da construção.  

Instalação 

Um deles mais em etapa mais avançada para a conclusão das paredes. Os outros três estão à espera de serviços internos. 

Os postes que servirão de matrizes para instalação de energia elétrica já estão de pé, servindo, neste momento, para colocar em funcionamento as ferramentas que dependem da energia. 

A instalação da rede hidráulica está mais crua. 

Negócio da China 

Ao anunciar a construção de central médica no dia 23 de março, o governo anunciou que seria utilizado material que possibilitou a China a construção uma central de mil leito em apenas dez dias. 

São painéis isotérmicos formados com placa de EPS, o comumente conhecido Isopor, revestida com uma chapa de aço em cada lado, também conhecido como painel termoisolante, painel frigorífico.  

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre) Central deve ter 30 leitos de UTI e 180 leitos clínicos para atendimento no pico do contágio

É utilizado em estruturas para isolamento térmico e sonora por meio de uma montagem higiênica e manuseio mais flexível. 

O valor do investimento é estimado em R$2,5 milhões.  A compra dos materiais está realizada diretamente com a fábrica, reduzindo assim o custo. 

Pico do contágio 

Apesar de serviço mais lento que o programado, o secretário Gilberto Figueiredo estima que a central está pronta para atendimento no período de pico da covid-19. 

A central deverá ter 180 leitos clínicos e 30 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). 

Esses novos leitos deverão somar a outros disponíveis na rede SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso que já foram mapeados pela Secretaria de Saúde. Ao todo, estão projetos pouco mais de 800 leitos para atender os pacientes graves. 

“Nós estamos trabalhando para ampliar a capacidade do Estado quando chegarmos ao pico da pandemia, que espera que seja da segunda quinzena de abril ao início de maio. A disponibilidade do governo do Estado somada às dos municípios serão de mais 200 leitos de UTI, mais de 600 leitos clínicos”.  

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