Casal abandona tudo em MT para viver no “caribe amazônico”

Quando decidiram largar tudo para viver de perto os encantos da Amazônia, os amigos pensaram que eles estavam loucos

(Foto: Reprodução)

As águas transparentes e mornas do rio Tapajós podem mudar de cor, assumindo tons rosados, dourados ou azul, como o céu. O fenômeno é só um dos que fizeram Alter do Chão – um vilarejo da região Oeste do Pará – ser considerado um dos lugares mais belos do mundo.

Localizada a 38 quilômetros de Santarém, a comunidade tem pouco mais de 6 mil habitantes. Caminhar por suas ruas calmas, portanto, é um convite para se desconectar da vida acelerada da “cidade grande”.

E foi pensando nisso que Glacimara Rodrigues e seu marido, Hamilton de Oliveira, trocaram Sorriso (400 km de Cuiabá) por Alter do Chão.

Hoje, são donos de uma hamburgueria artesanal. Antes, os dois trabalhavam em outros ramos: ela, em uma multinacional. Ele, era técnico agrícola especializado em soja.

Hamilton e Glacimara trocaram Sorriso (MT) por Alter do Chão (PA) (Foto: Divulgação/TV Brasil)

Quando decidiram largar tudo para viver de perto os encantos da Amazônia, os amigos chegaram a pensar que os dois estavam loucos.

“Falavam assim: vocês são loucos! Porque muita gente acha que isso aqui é o fim do mundo, né?! Só que quando chega aqui, vê essa natureza, que vê isso daqui, a pessoa fica: nossa!”, lembra Hamilton.

A vida tipicamente de cidade pequena e as amizades que ela proporciona foram os elementos que ganharam o coração de Glacimara.

“Eu gosto de falar bom dia para todo mundo. Eu gosto de conhecer todo mundo. E em lugar grande você não faz isso. Você não consegue ter essa socialização com a comunidade. A vantagem de lugar pequeno é essa”, ela conta.

Sorriso, para o casal, agora, é destino turístico. Eles só voltam se for a passeio. E não são os únicos.

(Foto: Reprodução)

O filho de Elizabeth Fernandes fez a mesma mudança, mas nível ainda mais “radical”. Saiu de São Paulo para viver no vilarejo paraense.

“Ele veio numa excursão aqui com o pessoal e gostou muito. Disse: mãe, eu achei o lugar para morar. E aqui ele está, há cinco anos. Eu venho todo ano, às vezes até duas vezes por ano”.

No começo, Elizabeth viu a mesma “loucura” do casal mato-grossense no filho. Depois de visitar Alter do Chão mais de uma vez, a advogada conta que a paixão do filho virou a sua também. Ela já se prepara para viver no pequeno vilarejo quando se aposentar.

“Gostamos tanto daqui que estou fazendo um bangalôzinho para gente”.

(Foto: Reprodução)

(Com informações da Agência Brasil)

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